CARTA TECNOLÓGICA DE CONSTRUÇÃO
Земляные работы

Carta Tecnológica: Implantação de Cavas para Torres Pórtico Autoportantes de LT 330-500 kV

Esta carta tecnológica constitui um guia para a execução dos trabalhos de implantação de cavas para torres pórtico autoportantes intermediárias de concreto armado dos tipos PB 330-7N, PB 500-5N e PB 500-7N no âmbito da construção de linhas de transmissão de alta tensão. A carta contém uma descrição detalhada da sequência de operações, requisitos de precisão, composição da equipe e recursos materiais e técnicos necessários, servindo também como subsídio para o planejamento da execução dos trabalhos.
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Materiais

  • Piquetes de eixo: de madeira, diâmetro 120-140 mm, comprimento ~1 m (4-6 unid./torre)
  • Estacas de madeira para implantação: ~10-15 unid./torre
  • Tinta de marcação de construção ou giz
  • Corda ou barbante para demarcação

Equipamentos

  • Teodolito óptico/eletrônico ou Estação Total com tripé, classe de precisão não inferior a 5″ (ISO 17123-3)
  • Miras topográficas: com 2-3 m de comprimento (3 unid.)
  • Trena de aço ou fita métrica: classe de precisão não inferior a II (ISO 7502), com 30-50 m de comprimento
  • Receptor GNSS (GPS/GLONASS/Galileo/BeiDou) (opcional, para controle)
  • Marreta ou martelo
  • Conjunto de pequenas ferramentas manuais
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1. Âmbito de Aplicação

Esta carta tecnológica foi desenvolvida para assegurar uma abordagem padronizada na implantação de cavas para torres pórtico autoportantes de concreto armado, utilizadas em linhas de transmissão aéreas com tensão de 330-500 kV. A carta aplica-se a tipos de torres intermediárias, incluindo, mas não se limitando a, PB 330-7N, PB 500-5N e PB 500-7N. É o principal documento orientador para a execução de trabalhos topográficos de implantação de eixos projetados e centros de fundações no canteiro de obras.

O documento destina-se a pessoal técnico-engenheiro, topógrafos, mestres de obras e encarregados, responsáveis pela organização e execução dos trabalhos de implantação. Suas disposições são aplicáveis em todas as etapas da produção da construção, anteriores aos trabalhos de terraplenagem para a construção das fundações das torres.

O uso desta carta contribui para a padronização dos processos de trabalho, aumento da precisão e qualidade dos trabalhos topográficos, bem como para a segurança do trabalho em empreendimentos de construção de linhas de transmissão de alta tensão. A carta também pode servir de base para a elaboração de planos de execução de obra (PEO) em empreendimentos específicos.

Fig. 1-1 — Implantação de Cavas de Fundação para Torres de Linha de Transmissão Aérea
Fig. 1 — Implantação de Cavas de Fundação para Torres de Linha de Transmissão Aérea
1Piquete Principal: Um marco primário, tipicamente uma estaca de madeira ou metal, cravado no solo para definir o ponto de referência principal para a implantação, geralmente no eixo da LT.
2Centro da Cava de Fundação: Um ponto marcado, frequentemente uma estaca ou piquete, indicando o centro preciso da escavação planejada para a fundação da torre.
3Lado do Triângulo de Cordas: Um dos três lados de um triângulo geométrico, tipicamente uma corda ou fita métrica, utilizado no método da proporção 3:4:5 para estabelecer linhas perpendiculares para o eixo transversal quando um teodolito não está disponível.
4Lado do Triângulo de Cordas: Outro lado do triângulo de cordas geométrico, formando parte da proporção 3:4:5 para uma demarcação precisa em ângulo reto.
5Lado do Triângulo de Cordas: O terceiro lado, ou hipotenusa, do triângulo de cordas, completando a proporção 3:4:5 para assegurar o alinhamento perpendicular preciso do eixo transversal em relação ao eixo da LT.
6Piquete de Eixo: Um marco, tipicamente uma estaca de madeira ou metal, utilizado para definir e assegurar o alinhamento tanto do eixo principal da linha aérea (LT) quanto do eixo transversal perpendicular, estendendo-se para além da área imediata da cava de fundação.
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2. Trabalhos Preparatórios

Antes do início dos trabalhos de implantação das cavas, é necessário realizar um conjunto de atividades preparatórias no piquete. Esses trabalhos incluem um estudo detalhado da documentação do projeto, incluindo o plano geral, esquemas de localização das torres, cotas de projeto e especificações das fundações. Atenção especial deve ser dada à existência e verificação da atualidade dos pontos de referência topográficos (marcos topográficos) no canteiro de obras.

A área na zona de trabalho deve ser limpa de objetos estranhos, arbustos, ervas daninhas altas e outros obstáculos que possam dificultar o funcionamento dos equipamentos topográficos ou a movimentação do pessoal. Se necessário, deve-se realizar a terraplenagem de uma pequena área ao redor do piquete principal para garantir uma superfície plana para a instalação do teodolito e a conveniência da execução das medições.

Também é necessário garantir a disponibilidade de todas as ferramentas e materiais necessários, conforme indicado na seção 6 desta carta. Todos os instrumentos de medição devem ser verificados e possuir certificados de calibração válidos, em conformidade com as normas internacionais, por exemplo, ISO 17123. A equipe deve ser instruída sobre as normas de segurança e possuir equipamentos de proteção individual. O acesso ao piquete deve ser assegurado para veículos e pessoal.

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3. Procedimento de Implantação das Cavas

O processo de implantação das cavas é realizado sequencialmente e inclui a determinação, demarcação e fixação no terreno dos eixos de projeto da linha aérea, do eixo transversal da travessa da torre e dos centros de cada cava. A precisão na execução dessas operações é criticamente importante para a correta instalação das fundações e para garantir a posição de projeto de toda a estrutura da torre.

Na primeira etapa, é necessário determinar e fixar no terreno o eixo da linha de transmissão aérea (LT). Este trabalho é realizado utilizando um teodolito de alta precisão ou uma estação total moderna (compatível com ISO 17123) e miras topográficas. O instrumento é instalado no ponto inicial, e o eixo da LT é fixado ao longo do alinhamento (prumo) por meio de visada em marcos distantes ou marcos topográficos previamente instalados. Em seguida, o eixo transversal do piquete, que corresponde ao eixo da travessa da torre, é demarcado e fixado. Idealmente, este eixo deve ser estritamente perpendicular ao eixo da LT.

Após a determinação e fixação dos eixos principais, utilizando uma trena de aço ou fita métrica, de acordo com as dimensões do projeto, os centros de cada cava, que fazem parte do campo de fundações da torre pórtico, são determinados e fixados. Esses centros são marcados com estacas de madeira ou piquetes de eixo. Para garantir a precisão, recomenda-se realizar medições de controle e verificações cruzadas de todos os pontos marcados.

**Observação importante:** Na ausência de um teodolito ou estação total, como método alternativo para demarcar o eixo transversal do piquete (eixo da travessa), pode ser utilizado um triângulo de cordas com razão de lados 3:4:5. Um dos catetos deste triângulo deve ser alinhado com o eixo da LT, o que permite construir uma linha estritamente perpendicular. Este método, embora menos preciso, pode ser aplicado para demarcação preliminar ou em condições de acesso limitado a equipamentos especializados. No entanto, a verificação final e o ajuste devem sempre ser feitos com o uso de instrumentos topográficos mais precisos.

  1. 1. **Instalação do Piquete Principal:** Assegurar que o piquete principal (Nº1 na Fig. 1-1, se aplicável) esteja instalado em conformidade com a documentação do projeto e sirva como ponto de partida para a implantação.
  2. 2. **Determinação e Fixação do Eixo da LT:** Utilizando um teodolito (ou estação total) e miras topográficas, demarcar e fixar no terreno o eixo da linha de transmissão aérea (LT) ao longo do alinhamento. O eixo deve ser indicado por marcos temporários (por exemplo, miras ou piquetes de eixo Nº6).
  3. 3. **Demarcação do Eixo Transversal da Travessa (Perpendicular ao Eixo da LT):** * **Método com teodolito/estação total:** Instalar o aparelho no eixo da LT no ponto de projeto da torre, orientá-lo ao longo do eixo da LT, depois girar 90 graus para demarcar o eixo transversal da travessa. Fixar o eixo com miras ou piquetes de eixo. * **Método do triângulo de cordas (na ausência de teodolito):** Formar um triângulo de cordas com uma relação de lados 3:4:5. Posicioná-lo de forma que um dos catetos coincida com o eixo da LT previamente fixado. A hipotenusa e o segundo cateto permitirão determinar um ponto no eixo perpendicular. Usando este ponto, estender a linha, formando o eixo transversal da travessa. Fixar com piquetes de eixo.
  4. 4. **Determinação e Fixação dos Centros das Cavas:** Com o auxílio de uma trena de aço ou fita métrica, com base nas dimensões de projeto da localização das fundações em relação aos eixos da LT e da travessa, determinar a localização exata dos centros de cada cava (Nº2 na Fig. 1-1).
  5. 5. **Fixação dos Centros das Cavas:** Fixar os centros das cavas determinados com estacas de madeira, que devem sobressair da superfície do solo a uma altura suficiente para trabalhos futuros e proteção contra deslocamento acidental.
  6. 6. **Medições de Controle:** Realizar medições de controle para verificar a correção da implantação: medições entre os centros das cavas, entre os centros das cavas e os eixos, bem como medições diagonais. Assegurar que todas as dimensões reais correspondam às de projeto, considerando as tolerâncias permitidas.
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4. Controle de Qualidade e Tolerâncias

Para assegurar a alta qualidade dos trabalhos de construção e montagem e a conformidade com a documentação do projeto, é necessário um controle rigoroso em cada etapa da implantação das cavas. Todos os instrumentos topográficos devem ser regularmente verificados e calibrados de acordo com os requisitos das normas (por exemplo, ISO 17123 para instrumentos topográficos ópticos e eletrônicos). Antes do início dos trabalhos, bem como periodicamente durante o processo, a precisão da instalação dos instrumentos e seu centramento devem ser verificados.

A verificação da correção dos eixos demarcados e dos centros das cavas deve incluir:

* **Posição do eixo da LT:** O desvio do eixo de projeto da LT não deve exceder ±10 mm a uma distância de até 50 metros.

* **Posição do eixo transversal da travessa:** O ângulo entre o eixo da LT e o eixo transversal da travessa deve ser de 90° ± 5 segundos angulares. O desvio dos pontos no eixo transversal da posição de projeto não deve exceder ±10 mm.

* **Posição dos centros das cavas:** O desvio dos centros das cavas da posição de projeto em planta não deve exceder ±15 mm. A verificação é realizada por meio de medições de controle e referências inversas a partir dos marcos topográficos iniciais.

* **Cotas de projeto:** Ao demarcar as cotas (embora não seja enfatizado nesta carta, é parte da implantação complexa), a tolerância para o desvio vertical deve estar dentro de ±5 mm.

Todas as medições realizadas e os resultados do controle de qualidade devem ser registrados na documentação topográfica executiva (esquemas executivos, autos de implantação topográfica), que é assinada pelo topógrafo responsável e pelo representante da fiscalização da construção. Quaisquer desvios detectados que excedam os valores permitidos exigem correção imediata e nova verificação. Trabalhos de implantação não registrados ou incorretamente executados são motivo para a suspensão das etapas subsequentes da construção.

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5. Recursos Humanos e Produtividade

Os trabalhos de implantação de cavas para torres pórtico de LT são realizados por uma equipe especializada, com a qualificação e experiência necessárias. A eficiência e precisão dos trabalhos dependem diretamente do profissionalismo do pessoal e da coordenação das ações da equipe. A composição da equipe é determinada levando em consideração o volume de trabalho, a complexidade do terreno e os prazos de execução.

**Composição da equipe:**

* **Topógrafo / Eletricista de Linha Sênior (4º-5º nível):** 1 pessoa. Responsável pela coordenação geral dos trabalhos, execução de medições instrumentais precisas (trabalho com teodolito/estação total), processamento de dados e manutenção da documentação topográfica. Requer ensino superior ou médio técnico em topografia ou experiência de trabalho de no mínimo 3 anos em função similar, bem como conhecimento dos princípios dos instrumentos topográficos e métodos de medição.

* **Operário / Eletricista de Linha (2º-3º nível):** 1 pessoa. Executa trabalhos auxiliares: instalação e centramento de miras, fixação de estacas e piquetes de eixo, limpeza da área de trabalho, trabalho com trena. Requer experiência em construção e conhecimento de segurança do trabalho.

**Indicadores de produtividade:**

O tempo de trabalho para a implantação dos centros das cavas para uma torre pórtico é de 0,053 homem-dias. Este indicador reflete o tempo médio necessário para um trabalhador executar o ciclo completo de trabalhos de implantação para uma torre em condições normais. Com uma equipe de dois trabalhadores (topógrafo e operário), a produtividade é:

* Tempo de trabalho: 0,053 homem-dias por torre.

* Número de pessoas na equipe: 2 pessoas.

* Duração da implantação de uma torre: 0,053 homem-dias / 2 pessoas = 0,0265 turnos.

* Produtividade por turno de trabalho (8 horas): 1 / 0,0265 = aproximadamente 37,7 torres/turno. (Nota: este indicador pode variar dependendo das condições específicas do projeto, da complexidade do terreno e do nível de preparação da equipe).

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6. Suprimento Material e Técnico

Para a execução dos trabalhos de implantação das cavas, é necessária a disponibilidade do seguinte equipamento, instrumentos e materiais. Todos os instrumentos de medição devem ser verificados e calibrados de acordo com os requisitos das normas metrológicas (por exemplo, ISO 17123).

**Equipamento:**

* **Teodolito com tripé:** Teodolito óptico ou eletrônico de alta precisão para medições angulares e construção de eixos. Como alternativa moderna, pode ser utilizada uma estação total com função de registro de dados, o que aumenta significativamente a precisão e a velocidade dos trabalhos, além de permitir a integração de dados com sistemas GNSS (sistemas globais de navegação por satélite).

* **Miras topográficas:** Conjunto de miras com 2-3 metros de comprimento para marcação de alinhamentos e pontos intermediários.

* **Trena de aço (ou fita métrica):** Com no mínimo 30-50 metros de comprimento, com graduação clara, para medições lineares.

* **Aparelhos GNSS (opcional):** Receptores de satélite portáteis para determinação de coordenadas de alta precisão em casos em que é necessária uma determinação rápida e eficiente da localização sem visada direta entre os pontos.

**Materiais:**

* **Piquetes de eixo:** Postes de madeira com diâmetro de 120-140 mm e comprimento de cerca de 1 m. Utilizados para a fixação duradoura dos eixos principais e marcação dos centros das cavas. Necessidade: várias unidades por torre (4-6 unid.).

* **Estacas de madeira para implantação:** Para fixação temporária ou menos duradoura de pontos. Necessidade: até 10-15 unid. por torre.

* **Tinta de marcação de construção ou giz:** Para marcação temporária no solo.

* **Marreta / martelo:** Para cravar estacas e piquetes.

* **Corda / barbante:** Para construção de linhas retas e uso no método do triângulo de cordas.

Esta lista não inclui o inventário geral da equipe, como meios de comunicação, kits de primeiros socorros, equipamentos de proteção individual, bem como ferramentas para pequenos trabalhos de terraplenagem (pás, enxadas), que devem ser previstos de acordo com os padrões internos da organização e as normas de segurança.

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7. Recomendações Práticas

Para aumentar a eficiência, precisão e segurança dos trabalhos de implantação de cavas, recomenda-se seguir as seguintes dicas práticas:

1. **Condições climáticas:** Os trabalhos com instrumentos topográficos são sensíveis a condições climáticas desfavoráveis. Ventos fortes, chuva, neve, neblina ou temperaturas extremas (abaixo de -25°C ou acima de +40°C) podem reduzir significativamente a precisão das medições e dificultar o trabalho. Se possível, planeje os trabalhos para um período favorável, ou providencie proteção para os instrumentos (por exemplo, guarda-chuvas, tendas) e pessoal.

2. **Proteção dos marcos topográficos:** Após a fixação dos eixos e centros das cavas, é necessário garantir sua proteção contra danos acidentais ou deslocamento. Pequenas cercas ou muretas de terra podem ser construídas ao redor das estacas e piquetes. Sempre deixe marcos topográficos de controle fora da zona de trabalhos ativos de terraplenagem para verificações posteriores.

3. **Verificação dupla:** Ao realizar trabalhos de implantação críticos, sempre execute uma verificação dupla das medições, utilizando diferentes métodos ou envolvendo outro especialista. Por exemplo, após a demarcação dos eixos com teodolito, verifique as medições lineares com trena e as diagonais, e depois, se possível, confirme as coordenadas com um receptor GNSS.

4. **Coordenação com trabalhos de terraplenagem:** Interaja estreitamente com a equipe que executa os trabalhos de terraplenagem. Garanta a entrega oportuna da área demarcada, instruções claras sobre os limites e profundidades de escavação. Conduza um briefing sobre a preservação dos marcos de implantação até a conclusão dos trabalhos de terraplenagem.

5. **Manutenção da documentação:** Todos os resultados dos trabalhos de implantação, incluindo medições de controle, instrumentos utilizados e quaisquer desvios, devem ser cuidadosamente registrados no diário de campo e nos esquemas executivos. Uma documentação de qualidade é a base para a aceitação dos trabalhos e a resolução de possíveis disputas.

Dicas e Recomendações
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**Evite o deslocamento de marcos:** Certifique-se de que os marcos de implantação temporários e permanentes estejam firmemente fixados e protegidos contra danos acidentais por equipamentos ou pessoal. É inaceitável iniciar trabalhos de terraplenagem sem a confirmação da integridade de todos os marcos de eixo e contorno.
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**Calibração de equipamentos:** Verifique e calibre regularmente todos os instrumentos topográficos (teodolitos, estações totais, trenas) de acordo com as recomendações do fabricante e normas internacionais (por exemplo, ISO 17123). Utilize apenas equipamentos verificados com certificados válidos.
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**Verificação da perpendicularidade:** Dê atenção especial à precisão da demarcação do eixo transversal da travessa perpendicularmente ao eixo da LT. Erros nesta etapa podem levar à inclinação da torre e exigir correções dispendiosas em fases posteriores.
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**Uso de GNSS:** Se disponível, utilize sistemas GNSS (Global Navigation Satellite System) para a verificação operacional das coordenadas dos pontos de referência principais e dos centros das cavas. Isso permite reduzir significativamente o tempo de controle e aumentar a confiabilidade geral da implantação.
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**Restrições climáticas:** Em temperaturas abaixo de -25°C ou acima de +40°C, bem como em caso de ventos fortes (mais de 10 m/s), chuva ou neve, a precisão das medições topográficas pode ser significativamente reduzida. Recomenda-se reagendar os trabalhos ou aplicar medidas especiais de proteção para equipamentos e pessoal.