FICHA TECNOLÓGICA DE CONSTRUÇÃO
Бетонные работы

Ficha Tecnológica: Execução de Muro de Arrimo em Concreto Armado Moldado in Loco

Documentação tecnológica profissional que regulamenta o processo de execução de muros de arrimo de concreto armado moldados in loco utilizando fôrmas modulares. A ficha estabelece requisitos de engenharia rigorosos para locação topográfica, movimentação de terra, preparação da base e concretagem, com o uso de equipamentos mecanizados modernos, adaptados aos padrões internacionais (ISO, EN).
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Materiais

  • Mistura de concreto classe C12/15 - C15/20 (equivalente a fck 15 MPa), W6, F100
  • Aço para armadura de perfil nervurado Ø10 mm (classe 400/500 MPa)
  • Eletrodos para soldagem a arco manual Ø4,0 mm
  • Madeira serrada de coníferas (espessuras de 15 e 25 mm)
  • Lona plástica de polietileno armada PEBD (largura de 2000 mm, 200 µm)
  • Geotêxtil sintético não tecido (gramatura de 450 g/m²)
  • Brita granítica, graduação 20-40 mm (resistência à compressão M800)
  • Areia de construção (módulo de finura conforme projeto)

Equipamentos

  • Retroescavadeira (capacidade da caçamba de 0,28 m³, profundidade de escavação até 5,46 m)
  • Caminhão basculante (capacidade de carga de 13,0 t)
  • Caminhão guindaste (capacidade de carga de 25,0 t)
  • Caminhão betoneira (volume útil de 4,5 m³)
  • Caçamba para concreto (volume de 1,0 m³)
  • Gerador a gasolina trifásico (380/220 V, 11 kW, massa de 150 kg)
  • Gerador de solda (posto único, 200 A, 230 V, massa de 90 kg)
  • Placa vibratória reversível/unidirecional (força/massa de 90 kg, profundidade até 150 mm)
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1. Disposições Gerais e Parâmetros Construtivos

Esta ficha tecnológica foi desenvolvida para o complexo de obras de construção e montagem na execução de muros de arrimo (volume de obra V=100 m³), utilizados para terraceamento, zoneamento, proteção contra erosão e contenção de taludes. A estrutura garante a proteção de aterros rodoviários, encostas e fundações contra os efeitos de movimentações laterais de solos expansivos. Os trabalhos são executados por uma equipe mecanizada em um único turno.

As dimensões de projeto e a profundidade de embutimento da estrutura dependem estritamente da altura do muro e do tipo de solo. Para muros com altura de 0,4–1,5 m, a fôrma e o corpo do muro são embutidos em 1/3 da altura total. Para uma altura de muro de 1,6–2,0 m, o embutimento mínimo é de 0,7 m. A espessura mínima de um muro trapezoidal na parte superior é de 10 cm.

A largura da base (sapata) é calculada com base na capacidade de carga do solo: para solos arenosos e areno-argilosos (solo fofo), é de 1/2 da altura (1:2); para siltes (solo de compacidade média) — 1/3 da altura (1:3); para solos argilosos compactos — 1/4 da altura (1:4). Para armação e estabilização, é permitida a aplicação de telas metálicas galvanizadas de dupla torção em conjunto com a armadura principal.

Fig. 1 — Gráficos de carga para um guindaste móvel indicando as capacidades de içamento para vários comprimentos de lança (9,7 m, 15,7 m, 21,7 m) e extensões de jib (6 m, 9 m) em diferentes raios de operação.
Fig. 1 — Gráficos de carga para um guindaste móvel indicando as capacidades de içamento para vários comprimentos de lança (9,7 m, 15,7 m, 21,7 m) e extensões de jib (6 m, 9 m) em diferentes raios de operação.
1Curva de capacidade de carga para lança principal de 9,7 m de comprimento, indicando os pesos máximos de içamento permitidos em vários raios de operação.
2Curva de capacidade de carga para lança principal de 15,7 m de comprimento, mostrando a capacidade de içamento reduzida em comparação com a lança mais curta em raios equivalentes.
4Curva de capacidade de carga para lança principal de 21,7 m de comprimento, demonstrando capacidade de içamento ainda mais reduzida em raios estendidos.
5Ponto de capacidade de carga na curva da lança de 15,7 m, especificando a carga máxima segura em um raio específico.
6Ponto de capacidade de carga na curva da lança de 21,7 m, detalhando a carga máxima segura em um determinado raio de operação.
7Ponto de capacidade de carga na curva da lança de 21,7 m, indicando a carga de trabalho segura em um raio estendido.
  1. Análise da documentação de projeto e determinação da relação necessária entre as dimensões do muro e o tipo de solo.
  2. Verificação da prontidão tecnológica do canteiro de obras e da disponibilidade da ordem de serviço para a execução da obra.
  3. Preparação das vias de acesso provisórias, áreas de armazenamento e fornecimento de energia elétrica ao canteiro.
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2. Organização do Trabalho, Composição da Equipe e Fornecimento de Materiais

Para garantir o ritmo e a qualidade exigidos para os trabalhos, é mobilizada uma equipe multidisciplinar de 6 pessoas. A composição inclui: dois carpinteiros/armadores de 4ª categoria, dois profissionais de 3ª categoria e dois ajudantes gerais de 2ª categoria. É requisito obrigatório que pelo menos dois membros da equipe possuam certificação de sinaleiro/amarrador. Todos os trabalhadores devem ter habilidades na montagem de armaduras e amarração de nós de acordo com as normas ISO 17660.

O fornecimento de materiais inclui mistura de concreto de classe internacional C12/15 ou C15/20 (equivalente a fck 15 MPa), com índices de impermeabilidade W6 e resistência ao gelo F100. A armação é executada com aço de perfil nervurado com diâmetro de 10 mm (classe 400/500 MPa). Também são utilizadas madeiras serradas de coníferas (espessuras de 15 e 25 mm), lona plástica de PEBD armada (espessura de 200 µm, largura de 2000 mm), brita granítica de graduação 20-40 mm (resistência à compressão M800) e geotêxtil não tecido com gramatura de 450 g/m².

O conjunto de mecanização inclui: retroescavadeira (caçamba de 0,28 m³, profundidade de escavação de 5,46 m), caminhão basculante com capacidade de 13 t, caminhão guindaste (25 t), caminhão betoneira (4,5 m³) com caçamba para concreto (1,0 m³). Equipamentos auxiliares: gerador a gasolina trifásico (11 kW, 150 kg), gerador de solda (200 A, 230 V), vibradores de imersão, régua vibratória a gasolina (1,2 m, 1,2 cv) e placa vibratória (massa de 90 kg, profundidade de compactação de até 150 mm).

Fig. 1 — Arranjo geral e componentes mecânicos principais de uma retroescavadeira pesada a diesel
Fig. 2 — Arranjo geral e componentes mecânicos principais de uma retroescavadeira pesada a diesel
1Cilindro hidráulico de elevação da carregadeira frontal, pistão de aço de dupla ação de alta pressão, aciona o mecanismo primário de elevação e descida do conjunto do braço da carregadeira frontal
2Caçamba carregadeira frontal multiuso, construção em aço reforçado de alta resistência com dentes de escavação integrados, localizada na frente para manuseio de materiais a granel e nivelamento
3Roda direcional dianteira, pneu pneumático para todo-o-terreno em aro de aço, localizado no eixo dianteiro para fornecer controle direcional e suporte de carga frontal
4Espelho retrovisor externo, vidro resistente a impactos e carcaça de polímero, montado na estrutura externa da cabine para manter os padrões de segurança visual e percepção espacial
5Assento do operador e estação de controle, unidade ergonômica ajustável em vários eixos com base giratória, posicionada centralmente dentro da cabine certificada ROPS/FOPS para operação em modo duplo
6Braço de escavação da retroescavadeira (stick), construção em seção de caixa de aço de alta resistência soldada, conecta a lança principal à caçamba traseira para fornecer alcance estendido e força de escavação para baixo
7Cilindro hidráulico da caçamba da retroescavadeira, pistão de aço de dupla ação e alta pressão, montado no braço superior para controlar a articulação de enrolamento e despejo da caçamba traseira
8Caçamba traseira para valas, aço resistente à abrasão para serviços pesados equipada com dentes substituíveis para rocha, fixada na extremidade do braço para escavação abaixo do nível do solo
9Perna estabilizadora vertical (patola), tubo quadrado de aço reforçado com sapata de apoio articulada, implantada para baixo no chassi traseiro para fornecer estabilidade lateral durante a escavação
10Roda de tração traseira, pneu pneumático de grande diâmetro com garras de tração profundas em aro de aço, montado no eixo de tração traseiro principal para fornecer tração motriz primária e suporte ao chassi
11Cilindro hidráulico do braço de escavação, pistão de aço de dupla ação de alta pressão, posicionado na superfície superior da lança principal para acionar o movimento rotacional do braço
12Capô do compartimento do motor, capô basculante de aço estampado ou compósito de alta resistência, localizado à frente da cabine para proteger e fornecer acesso de manutenção à unidade de energia a diesel primária
  1. Realização de instrução de segurança (DDS) e distribuição das ordens de serviço entre os membros da equipe.
  2. Instalação das estações geradoras de energia móveis (11 kW) e verificação do aterramento dos equipamentos.
  3. Preparação da caçamba de concreto e verificação dos acessórios de içamento do caminhão guindaste.
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3. Locação Topográfica e Marcação de Eixos

A base de locação topográfica é recebida mediante termo de aceitação, vinculada a um sistema global ou local de coordenadas e cotas. A locação é realizada em dois planos: horizontal (posição dos eixos e contorno em planta) e vertical (cotas altimétricas a partir das referências de nível - RN). O ponto de referência para estruturas lineares ao longo de vias é o eixo da pista de rolamento.

A marcação dos eixos no terreno é feita por meio de piquetes cravados no solo e arame de aço esticado (ou linha). Para garantir a preservação da locação topográfica durante os serviços de terraplenagem e concretagem, um gabarito de locação é instalado a uma distância de 2 a 3 metros do contorno da futura escavação.

As cotas verticais são transferidas com o auxílio de um nível topográfico. O topógrafo repassa a base de locação ao mestre de obras, que é responsável por sua preservação. Qualquer deslocamento dos piquetes é inaceitável e requer nova verificação instrumental. Após a conclusão desta etapa, é assinado o termo de inspeção da locação topográfica.

Fig. 1 — Caminhão basculante KamAZ para serviços pesados mostrando cabine, chassi e caçamba basculante hidráulica traseira
Fig. 3 — Caminhão basculante KamAZ para serviços pesados mostrando cabine, chassi e caçamba basculante hidráulica traseira
  1. Recebimento dos pontos de referência topográfica do Cliente (no mínimo 10 dias antes do início dos trabalhos).
  2. Locação física dos eixos longitudinais e transversais do muro, com fixação por meio de piquetes.
  3. Instalação do gabarito de locação a uma distância segura (2-3 m) e estiramento das linhas de eixo.
  4. Transferência das cotas altimétricas da referência de nível (RN) de trabalho para os elementos do gabarito.
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4. Movimentação de Terra e Escavação da Vala

A escavação da vala de seção retangular é realizada por uma retroescavadeira abaixo da profundidade normativa de congelamento do solo. Para solos de aterro, a profundidade de congelamento é considerada em 1,7 m; para solos argilosos — 1,45 m (os parâmetros são ajustados de acordo com as normas climáticas locais). A largura da vala no fundo deve ser de 0,5 da altura projetada do muro. A extração do solo é feita com descarga em bota-fora ou diretamente em caminhões basculantes.

A escavação mecânica é executada com uma folga em relação à cota de projeto. O acabamento do fundo da vala é realizado exclusivamente de forma manual, seguindo o perfil e nivelamento, com a remoção de excessos ou adição de solo faltante. É estritamente proibido o nivelamento e compactação de solo congelado, bem como de solo com presença de neve e gelo.

A compactação da base do solo é realizada com uma placa vibratória (massa de 90 kg) em 8 passadas sobre o mesmo rastro. O processo continua até atingir um grau de compactação (GC) de pelo menos 0,98. A qualidade dos trabalhos é confirmada por controle instrumental e pela emissão de um termo de inspeção de serviços ocultos.

Fig. 1 — Visão geral de um caminhão betoneira off-road para serviços pesados, detalhando chassi, tambor de mistura e sistemas auxiliares de manuseio de concreto.
Fig. 4 — Visão geral de um caminhão betoneira off-road para serviços pesados, detalhando chassi, tambor de mistura e sistemas auxiliares de manuseio de concreto.
  1. Desmontagem das linhas de eixo que possam interferir, com rigorosa preservação dos piquetes de controle.
  2. Escavação mecanizada do solo com retroescavadeira, deixando uma camada de proteção (folga).
  3. Acabamento manual do fundo da vala até as cotas de projeto, com controle por nível topográfico.
  4. Compactação da base do solo descongelado com placa vibratória (mínimo de 8 passadas) até atingir GC=0,98.
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5. Execução da Camada de Base Drenante

Para drenar a umidade da estrutura de concreto e evitar o empolamento por congelamento, é executada uma camada de base drenante. Sobre o fundo compactado da vala, estende-se um geotêxtil sintético não tecido (gramatura de 450 g/m²). O material é posicionado com sobreposição e obrigatoriamente dobrado sobre as paredes verticais da vala até a altura da futura base de areia e brita.

A areia de construção é entregue por caminhões basculantes no pátio da obra, de onde é transportada para a vala pela retroescavadeira. O espalhamento da areia sobre o geotêxtil é feito manualmente (com pás e rodos). Para atingir a espessura de projeto da camada compactada h=0,15 m, a areia é lançada com espessura h=0,17 m em estado solto (aplica-se um coeficiente de empolamento inicial K=1,10).

A compactação da camada de areia é realizada com placa vibratória, com umedecimento em camadas, se necessário. Após a aceitação do colchão de areia, executa-se de forma semelhante a camada de brita (graduação 20-40 mm, resistência M800), sobre a qual é lançada uma camada de concreto magro (regularização), que atua como uma barreira de impermeabilização confiável e uma base nivelada para a montagem das fôrmas.

Fig. 1 — Arranjo geral de uma betoneira elétrica portátil mostrando tambor de mistura, estrutura de suporte, unidade de acionamento e mecanismos de controle de inclinação
Fig. 5 — Arranjo geral de uma betoneira elétrica portátil mostrando tambor de mistura, estrutura de suporte, unidade de acionamento e mecanismos de controle de inclinação
1Tambor de mistura de aço de chapa grossa (capacidade típica de 120-180 L) com pás de mistura internas, posicionado centralmente para combinar cimento, agregados e água
2Estrutura de suporte em aço tubular com pintura a pó de alta visibilidade, serve como base estrutural proporcionando estabilidade durante a operação ativa
3Volante manual de controle de inclinação de grande diâmetro, anel de aço montado na lateral usado pelo operador para girar o tambor para carregamento, mistura e descarga
4Unidade de acionamento elétrico fechada, caixa de compósito reforçado montada na parte traseira contendo um motor elétrico monofásico e caixa de redução que impulsiona a rotação do tambor
5Rodas de transporte de borracha maciça para serviços pesados montadas em um eixo de aço, localizadas na base traseira da estrutura para facilitar a capacidade de manobra no canteiro de obras
6Alavanca de travamento de inclinação de aço com mola, posicionada na perna de suporte dianteira para fixar o tambor de mistura em ângulos específicos de operação ou descarga
7Conjunto de interruptor eletromagnético à prova de intempéries em caixa de plástico, localizado sob a unidade do motor para controlar com segurança a energia elétrica
  1. Instalação dos rolos de geotêxtil no fundo da vala com fixação das bordas nos taludes.
  2. Lançamento da areia de construção na vala e seu nivelamento manual, considerando o coeficiente de empolamento (1,10).
  3. Compactação da areia com placa vibratória até atingir a espessura de projeto de 150 mm.
  4. Lançamento de brita com graduação de 20-40 mm e concretagem da camada de regularização para a montagem da armadura.
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6. Serviços de Fôrmas, Armação e Concretagem (Ciclo Geral)

A montagem das fôrmas modulares em quadros é realizada sobre a base de concreto magro preparada, respeitando o cobrimento da armadura (com o uso de espaçadores plásticos). A gaiola de armadura é montada com aço de perfil nervurado (10 mm), e as emendas são feitas por soldagem a arco manual (eletrodos de 4,0 mm) ou com arame recozido. Os painéis das fôrmas são fixados com tirantes e escoras para suportar a pressão hidrostática do concreto fresco.

O lançamento do concreto classe C15/20 (W6, F100) é realizado com o auxílio de um caminhão betoneira e uma caçamba basculante com capacidade de 1,0 m³, movimentada por caminhão guindaste. O lançamento da mistura é feito em camadas horizontais com espessura não superior ao comprimento da parte vibratória do vibrador de imersão. A compactação é considerada suficiente quando cessa o recalque da mistura, a liberação de bolhas de ar e surge a nata de cimento na superfície.

A cura do concreto recém-lançado inclui a cobertura com lona plástica de PEBD armada (espessura de 200 µm) para evitar a perda de umidade. A desforma ocorre apenas após o concreto atingir a resistência de desforma (conforme normas internacionais para concreto moldado in loco). A etapa final é a impermeabilização da face posterior do muro com materiais em rolo (manta asfáltica, membranas) e o reaterro dos tardozes com solo drenante.

Fig. 1 — Componentes de uma régua vibratória motorizada para nivelamento e compactação de concreto
Fig. 6 — Componentes de uma régua vibratória motorizada para nivelamento e compactação de concreto
1Alças de controle tubulares com pegas ergonômicas, usadas pelo operador para guiar e direcionar a régua sobre a superfície do concreto.
2Unidade do motor a gasolina, apresentando um mecanismo de partida manual, tanque de combustível e sistema de exaustão, responsável por gerar as vibrações de alta frequência necessárias para a compactação do concreto.
3Coluna de suporte vertical e conjunto de transmissão, conectando de forma segura a unidade do motor à placa base e transferindo a energia vibracional para baixo.
4Lâmina da régua (perfil) de alumínio extrudado ou aço, projetada com uma superfície inferior larga e plana para nivelar e alisar o concreto enquanto distribui as vibrações uniformemente pela área de trabalho.
  1. Instalação das telas de armadura e gaiolas espaciais, garantindo o cobrimento de concreto.
  2. Montagem e prumo dos painéis modulares de fôrma, aplicação de desmoldante nas faces em contato com o concreto.
  3. Concretagem da estrutura em camadas com vibração obrigatória usando vibradores de imersão.
  4. Cura do concreto (cobertura com lona PEBD), desforma subsequente e impermeabilização.
Fig. 1 — Componentes de uma placa vibratória guiada manualmente equipada com sistema de aspersão de água
Fig. 7 — Componentes de uma placa vibratória guiada manualmente equipada com sistema de aspersão de água
1Alça de operação, construção em aço tubular, projetada para manobrar o compactador, equipada com suportes de amortecimento de vibração.
2Gaiola/estrutura de proteção, aço tubular, protege o motor e os componentes contra impactos, também serve como ponto de içamento.
3Tanque de combustível, integrado com o motor de combustão interna, armazena gasolina para operação.
4Tanque de água, polietileno de alta densidade (PEAD), fornece água à placa base para compactação de asfalto para evitar aderência.
5Proteção da correia/cobertura da correia em V, protege a correia de transmissão que conecta o eixo do motor à unidade excitadora.
6Placa base (placa de compactação), ferro fundido dúctil reforçado ou aço, transfere forças vibratórias para a superfície do solo.
7Motor de combustão interna (tipicamente gerador a gasolina de 4 tempos ou similar), fonte de energia primária para o mecanismo vibratório.
8Alavanca de controle do acelerador, montada na alça, regula o RPM do motor e a frequência de vibração.
9Caixa do filtro de ar, protege a admissão do motor contra poeira e detritos durante a operação.
10Silenciador/sistema de exaustão, reduz o ruído do motor e direciona os gases de exaustão para longe do operador.
11Tampa da vela de ignição, protege o componente do sistema de ignição.
12Conjunto do carburador, mistura ar e combustível para o motor.
13Alça de partida retrátil, mecanismo de corda de puxar para ligar o motor manualmente.
13Barra de distribuição de água/tubo aspersor, distribui água uniformemente pela frente da placa base.
Fig. 1 — Componentes e layout de um gerador elétrico portátil movido a combustível
Fig. 8 — Componentes e layout de um gerador elétrico portátil movido a combustível
1Estrutura tubular externa de aço, fornecendo suporte estrutural e proteção para os componentes internos.
2Tanque de combustível de alta capacidade, tipicamente de aço ou plástico resistente, armazenando combustível para o motor.
3Tampa do tanque de combustível, selada para evitar derramamento e evaporação, frequentemente com um respiro embutido.
4Painel lateral de proteção ou carenagem, protegendo o alternador e a fiação interna contra danos e detritos.
5Caixa do alternador com ranhuras de ventilação, envolvendo o estator e o rotor responsáveis por gerar energia elétrica.
6Conexão do terminal positivo (vermelho) na bateria de partida, roteando energia para o motor de partida elétrico.
7Conexão do terminal negativo na bateria de partida, aterrando o sistema elétrico à estrutura.
8Rodas de mobilidade com pneus maciços ou pneumáticos, presas à estrutura inferior para transportar a unidade.
9Suporte estrutural transversal superior, conectando as estruturas laterais e protegendo o topo do tanque de combustível.
10Conjunto de alça dobrável ou fixa integrada, usado para manobrar o gerador em suas rodas.
11Silenciador de exaustão do motor com escudo térmico, reduzindo o ruído do motor e direcionando com segurança os gases de exaustão.
12Bujão de drenagem de óleo do motor ou conexão de sensor, localizado na base do bloco do motor para manutenção.
13Conduíte flexível ou mangueira, roteando possivelmente fiação elétrica ou linhas de combustível entre componentes com segurança.
Fig. 1 — Arranjo geral e componentes-chave de um gerador elétrico portátil a gasolina
Fig. 9 — Arranjo geral e componentes-chave de um gerador elétrico portátil a gasolina
1Estrutura tubular tipo gaiola de proteção em aço, fornece suporte estrutural, proteção e alças de transporte para a unidade geradora
2Tanque de combustível, tipicamente em aço estampado ou plástico de alta densidade, armazena gasolina para o motor de combustão interna
3Motor de combustão interna (gasolina), monocilíndrico, refrigerado a ar, fornece potência mecânica para acionar o alternador
4Cabeça do alternador/gerador, converte energia mecânica do motor em energia elétrica
5Caixa do filtro de ar, contém o elemento filtrante para garantir a entrada de ar limpo para a combustão do motor
6Painel de controle/Caixa elétrica, abriga as tomadas de energia, disjuntores e chaves de operação
7Alça de partida retrátil (partida manual), usada para girar manualmente e ligar o motor
8Tampa do tanque de combustível, sela a porta de enchimento de combustível e pode incluir um mecanismo de ventilação
9Suportes de isolamento de vibração e suportes de base, fixam o conjunto motor/alternador à estrutura enquanto amortecem as vibrações operacionais
Fig. 1 — Conjunto de vibrador de imersão portátil para concreto, mostrando unidade de acionamento, eixo flexível e mangote vibratório
Fig. 10 — Conjunto de vibrador de imersão portátil para concreto, mostrando unidade de acionamento, eixo flexível e mangote vibratório
1Unidade do motor de acionamento elétrico com alça e interruptor integrados, fornecendo a potência rotacional para o vibrador
2Placa base resistente ou suporte para posicionamento estável do motor de acionamento durante a operação
3Eixo de transmissão flexível encerrado em uma mangueira de borracha protetora, transmitindo movimento rotacional do motor para a cabeça vibratória
4Mangote vibratório cilíndrico (agulha), tipicamente metálico, contendo um mecanismo de peso excêntrico que gera vibrações de alta frequência quando imerso no concreto
5Cabo de alimentação de energia com plugue, conectando o motor de acionamento elétrico a uma tomada padrão
Fig. 1 — Seção transversal técnica de um muro de arrimo de concreto armado em forma de L detalhando a armadura estrutural, sistema de drenagem em multicamadas e preparação da fundação
Fig. 11 — Seção transversal técnica de um muro de arrimo de concreto armado em forma de L detalhando a armadura estrutural, sistema de drenagem em multicamadas e preparação da fundação
1Corpo do muro de arrimo de concreto armado, formando o fuste estrutural primário em forma de L e a fundação da base para resistir à pressão lateral da terra
2Malha de armadura de aço (10 mm de diâmetro), embutida vertical e horizontalmente dentro dos elementos de concreto para fornecer resistência à tração
3Camada de superfície do terraço superior, compreendendo solo superficial ou materiais de pavimentação paisagística atuando como cota acabada acima da zona de reaterro
4Linha de cota de nivelamento acabado do terraço superior, estabelecendo o limite máximo de altura da massa de solo contida
6Tecido de filtro geotêxtil, instalado entre a camada de drenagem de brita e o reaterro de solo circundante para evitar a migração de partículas finas e a colmatação do sistema
7Reaterro estrutural compactado (areia ou solo natural selecionado), colocado dentro da cunha escavada para fornecer estabilização e suportar a superfície do terraço superior
8Brita de granito esmagada (fração de 20-40 mm), servindo a um duplo propósito como coluna de drenagem vertical altamente permeável atrás do muro e quebra-capilaridade/camada de base sob o terraço inferior
9Camada de nivelamento de areia ou sub-base, posicionada diretamente sob o acabamento da superfície do terraço inferior para garantir suporte uniforme do solo
10Solo de sub-leito natural não perturbado, fornecendo capacidade de carga de fundação para a sapata do muro e servindo como limite estável do aterro de terra
11Camada de superfície acabada do terraço inferior (solo superficial ou pavimento), definindo a cota de base na face exposta do muro de arrimo
Fig. 1 — Diagrama de layout para locação da escavação utilizando gabaritos de locação e linhas de marcação
Fig. 12 — Diagrama de layout para locação da escavação utilizando gabaritos de locação e linhas de marcação
1Vala de escavação ou cava, indicando a área a ser escavada, apresentando lados inclinados para estabilidade
2Piquete de madeira ou metal cravado no solo, servindo como suporte para as tábuas do gabarito ou linhas de referência
3Linha de marcação ou arame esticado entre os piquetes, estabelecendo o alinhamento e o limite para o trabalho de escavação
Fig. 1 — Configuração de uma malha de aterramento elétrico e sistema de ligação equipotencial
Fig. 13 — Configuração de uma malha de aterramento elétrico e sistema de ligação equipotencial
1Eletrodo de aterramento vertical (haste de aterramento), tipicamente revestido de cobre ou aço galvanizado, 2000 mm de comprimento, cravado verticalmente no solo para dissipar com segurança as correntes de falha.
2Malha de aterramento horizontal (malha equipotencial), formada por condutores de fita de cobre ou aço nus dispostos em um padrão de 2500x3000 mm, assentados horizontalmente sobre a base para criar um plano de tensão uniforme.
3Conexão de aterramento do equipamento ou condutor de descida, indicando o caminho elétrico que liga os elementos estruturais superiores ou equipamentos diretamente para baixo à malha de aterramento.
4Grampo de ligação equipotencial, latão ou aço galvanizado de alta resistência, posicionado na junção para fornecer uma conexão mecânica e elétrica segura entre a tubulação e a haste de aterramento.
5Tubulação metálica ou barramento de aterramento principal tubular, aço ou liga condutora, posicionado horizontalmente acima do solo e ligado ao sistema de aterramento para evitar diferenças de potencial perigosas.
6Eletrodos de aterramento verticais suplementares ou pinos de ancoragem, barras de aço maciço, cravados verticalmente na terra nas interseções da malha para prender a malha e diminuir ainda mais a resistência geral de aterramento.
7Laje de fundação de concreto ou camada de regularização, concreto vertido C20/25, posicionada abaixo ou adjacente à grade, servindo como base estrutural e potencialmente atuando como um aterramento de fundação (aterramento Ufer).
Fig. 1 — Vista isométrica de um elemento de tira de concreto com barras de espera verticais de armadura espaçadas em intervalos de 1000 mm.
Fig. 14 — Vista isométrica de um elemento de tira de concreto com barras de espera verticais de armadura espaçadas em intervalos de 1000 mm.
1Barra de espera vertical/pino de armadura, embutida no concreto, servindo para conectar ou ancorar camadas ou elementos estruturais subsequentes
5Linha de cota indicando o espaçamento de 1000 mm (passo) entre as barras de espera verticais
6Ponto de ancoragem inferior ou local de inserção da barra de espera na base de concreto
7Linha de cota indicando a altura/espessura de 150 mm do elemento de base de concreto
8Ponto base da barra de espera de armadura mais à direita
9Marcação de dimensão indicando o final do intervalo de espaçamento de 1000 mm para as barras de espera
Fig. 1 — Vista em perspectiva de uma escavação de vala mostrando a camada de regularização e a malha de armadura para uma laje de fundação
Fig. 15 — Vista em perspectiva de uma escavação de vala mostrando a camada de regularização e a malha de armadura para uma laje de fundação
1Camada de regularização (concreto magro), fornecendo uma superfície limpa e plana para a armadura e concretagem subsequentes
2Malha de armadura de aço (grade de vergalhões), colocada com um espaçamento de layout específico de acordo com o projeto para reforçar a laje de fundação
Fig. 1 — Detalhe da seção transversal de uma laje mista de concreto armado com fôrma permanente e treliças de cisalhamento integradas
Fig. 16 — Detalhe da seção transversal de uma laje mista de concreto armado com fôrma permanente e treliças de cisalhamento integradas
1Barra de armadura longitudinal superior, parte da malha estrutural superior proporcionando capacidade de tração e controle de fissuração
2Barra de armadura transversal superior, amarrando as barras longitudinais na malha estrutural superior
3Barra de armadura longitudinal inferior, parte da malha estrutural inferior resistindo aos momentos fletores positivos
4Treliça de armadura de cisalhamento diagonal (treliça plana), conectando as malhas de armadura superior e inferior e fornecendo capacidade de cisalhamento
5Placa de fôrma permanente ou camada de acabamento no intradorso da laje, proporcionando uma superfície de teto uniforme
6Barra de armadura transversal inferior, amarrando as barras longitudinais inferiores e distribuindo as cargas através da largura da laje
7Elemento enchimento ou bloco formador de vazios leve (ex: EPS ou concreto celular), reduzindo o peso próprio da laje enquanto mantém a espessura estrutural
8Nervura de concreto ou alma estrutural formada entre os blocos de enchimento, abrigando as treliças de cisalhamento e a armadura inferior
Fig. 1 — Processo sequencial de amarração manual para interseções ortogonais de barras de aço de armadura usando arame recozido e uma chave manual de amarração
Fig. 17 — Processo sequencial de amarração manual para interseções ortogonais de barras de aço de armadura usando arame recozido e uma chave manual de amarração
1Barras de armadura de aço carbono nervuradas (vergalhões), posicionadas ortogonalmente para formar uma grade estrutural, funcionando como estrutura de reforço de tração primária dentro dos elementos de concreto
2Arame de amarração de aço recozido (tipicamente de 1,2 a 1,5 mm de diâmetro), enrolado diagonalmente sob e em torno da interseção da armadura para prender e fixar firmemente a grade de armadura estrutural no lugar
3Ferramenta manual de amarração (torquês/chave), apresentando uma ponta de aço curvada e cabo, inserida no laço do arame de amarração e girada para torcer mecanicamente e apertar firmemente o nó de ligação
Fig. 1 — Bloco de fundação de concreto pré-moldado com alças de içamento embutidas para elevação e posicionamento.
Fig. 18 — Bloco de fundação de concreto pré-moldado com alças de içamento embutidas para elevação e posicionamento.
1Alças de içamento de aço (embutidas), usadas para içar e posicionar o bloco pré-moldado.
2Bloco de concreto pré-moldado, servindo como um elemento estrutural ou de fundação.
Fig. 1 — Tipos de espaçadores plásticos de armadura para manter o cobrimento de concreto em estruturas de concreto armado
Fig. 19 — Tipos de espaçadores plásticos de armadura para manter o cobrimento de concreto em estruturas de concreto armado
1Braços de fixação flexíveis do espaçador tipo caranguejo, projetados para agarrar com segurança e segurar barras de armadura horizontais de vários diâmetros
2Superfície interna serrilhada dos braços de fixação, fornecendo maior atrito e aderência na barra de armadura para evitar escorregamento
3Nervuras de reforço ou pernas do espaçador tipo caranguejo, fornecendo estabilidade estrutural e capacidade de suporte de carga para suportar o peso da armadura
4Placa de base circular do espaçador tipo caranguejo, distribuindo a carga sobre uma área maior para evitar perfuração ou afundamento em substratos macios como isolamento ou barreiras de vapor
5Sela de suporte central do espaçador tipo bloco (torre), projetada para acomodar barras de armadura horizontais em uma altura específica
6Clipes de retenção ou abas de travamento no espaçador tipo bloco, fixando a barra de armadura dentro da sela para evitar deslocamento acidental
7Paredes de suporte vertical do espaçador tipo bloco, definindo a altura do cobrimento de concreto e fornecendo resistência de suporte de carga
8Estrutura base do espaçador tipo bloco, projetada para descansar firmemente na superfície da fôrma
9Aro circular externo do espaçador tipo roseta (roda), que se apoia contra a fôrma vertical para garantir cobrimento consistente de concreto para barras de armadura verticais
11Seção transversal de uma barra de armadura, posicionada centralmente dentro do espaçador tipo roseta
12Raios internos flexíveis ou mecanismos de fixação do espaçador tipo roseta, prendendo o espaçador à barra de armadura vertical de vários diâmetros
Fig. 1 — Detalhamento da armadura para uma laje de fundação de concreto com barras de espera verticais.
Fig. 20 — Detalhamento da armadura para uma laje de fundação de concreto com barras de espera verticais.
1Grade de armadura horizontal (malha de aço soldada ou vergalhões amarrados) posicionada sobre a sub-base da fundação para fornecer resistência à tração à laje de concreto.
2Barras de espera verticais de armadura (arranques) amarradas à grade horizontal, projetando-se para cima para fazer a emenda com a armadura vertical do muro ou pilar.
Fig. 1 — Detalhes dos conjuntos de grampos mecânicos tipo cunha usados para emendas de traspasse não soldadas e conexões cruzadas ortogonais de barras de armadura estruturais
Fig. 21 — Detalhes dos conjuntos de grampos mecânicos tipo cunha usados para emendas de traspasse não soldadas e conexões cruzadas ortogonais de barras de armadura estruturais
1Barras de armadura de aço nervuradas paralelas (tipicamente 12-32mm de diâmetro), posicionadas lado a lado para formar uma emenda de traspasse estrutural contínua
2Conjunto de grampo tipo cunha de aço compreendendo um alojamento de retenção em forma de C e uma cunha de travamento acionada, servindo para comprimir mecanicamente e travar as barras sobrepostas
3Elemento de fixação de gancho em J de aço forjado, posicionado sobre a barra ortogonal superior para fornecer a tensão de ancoragem principal para a conexão cruzada
4Barras de armadura nervuradas ortogonais em interseção, arranjadas horizontalmente e verticalmente para formar uma malha estrutural rígida ou junção de gaiola
5Sela de suporte de aço e mecanismo de cunha de travamento vertical, acionado para cima no gancho ranhurado para tensionar o conjunto e fixar firmemente as barras em interseção
Fig. 1 — Procedimento passo a passo para a execução de um nó de amarração diagonal na interseção de membros cilíndricos
Fig. 22 — Procedimento passo a passo para a execução de um nó de amarração diagonal na interseção de membros cilíndricos
1Membro estrutural vertical (poste), perfil cilíndrico, serve como suporte de carga principal.
2Membro estrutural horizontal (travessa ou longarina), perfil cilíndrico, cruza o poste vertical em um ângulo reto.
3Corda de ligação ou cabo de amarração, mostrado passando diagonalmente sobre a interseção para fixar os dois membros juntos.
4Mão esquerda do operador, mostrada manipulando e tensionando a ponta de trabalho da corda de amarração.
5Mão direita do operador, mostrada segurando a parte firme ou completando o nó final da amarração.
Fig. 1 — Sequência de amarração de barras de armadura em interseção com arame e torquês
Fig. 23 — Sequência de amarração de barras de armadura em interseção com arame e torquês
1Torquês de armador de aço, usada para agarrar, torcer e cortar arame de amarração durante a montagem da armadura
2Laço de arame de amarração de aço recozido, posicionado diagonalmente ao redor da interseção das barras antes do aperto
3Barra de armadura de aço vertical com superfície nervurada para aderência ao concreto
4Barra de armadura de aço horizontal cruzando a barra vertical
5Amarração de arame torcido concluída, fixando firmemente a interseção ortogonal das barras de armadura
Fig. 1 — Preparação da base de fundação mostrando a camada de regularização de concreto, malha de armadura e blocos espaçadores antes do lançamento do concreto estrutural
Fig. 24 — Preparação da base de fundação mostrando a camada de regularização de concreto, malha de armadura e blocos espaçadores antes do lançamento do concreto estrutural
1Blocos espaçadores de concreto ou plástico (caranguejos/cocadas) usados para elevar a malha de armadura e manter a distância de cobrimento de concreto exigida da superfície inferior
Fig. 1 — Painel estrutural pré-moldado de concreto armado com aberturas e pontos de fixação integrados
Fig. 25 — Painel estrutural pré-moldado de concreto armado com aberturas e pontos de fixação integrados
1Estrutura externa ou painel de suporte, formando o limite perimetral principal do conjunto
2Viga horizontal inferior ou soleira do quadro de concreto armado, fornecendo continuidade estrutural e suporte para os montantes verticais
3Elemento de fixação de aço embutido ou chumbador localizado no canto inferior, utilizado para conexão estrutural a painéis adjacentes ou estrutura de quadro
Fig. 1 — Conjunto de fôrmas para vala de concreto armado ou muro de fundação
Fig. 26 — Conjunto de fôrmas para vala de concreto armado ou muro de fundação
1Nervura/reforçador do painel de fôrma, elemento de reforço vertical para evitar abaulamento da fôrma sob pressão do concreto
2Tirante de aço, membro de tração horizontal conectando painéis de fôrma opostos para manter espessura uniforme da parede
3Pino de ancoragem ou amarração de base, fixando o fundo do painel de fôrma à laje de fundação
4Face sólida do painel de fôrma, fornecendo a superfície interna lisa para a concretagem
5Laje de base de concreto armado, fornecendo a fundação para as paredes verticais
6Indicação da altura da parede ou continuação do elemento estrutural para cima
7Espessura da laje de fundação da base
Fig. 1 — Componentes de um conjunto padrão de tirante reutilizável para fôrmas na construção de muros de concreto armado
Fig. 27 — Componentes de um conjunto padrão de tirante reutilizável para fôrmas na construção de muros de concreto armado
1Tirante rosqueado de aço de alta resistência (tipicamente 15/17mm de diâmetro), serve como o membro de tensão primário para resistir à pressão hidrostática para fora do concreto fresco, posicionado transversalmente através do sistema de fôrma
2Tubo espaçador de plástico PVC rígido com tampas cônicas, cortado para coincidir com a espessura de parede exigida, atua para proteger o tirante da aderência do concreto e funciona como um espaçador de distância interno entre os painéis de fôrma
3Porca de orelhas de aço fundido ou galvanizado para serviços pesados com placa de base quadrada integrada (tipicamente 100x100mm), funciona para prender o tirante e distribuir as cargas de tração com segurança contra as longarinas externas da fôrma
Fig. 1 — Diagrama isométrico e vista de detalhe de paredes de concreto armado paralelas conectadas estruturalmente por tirantes transversais de aço soldados
Fig. 28 — Diagrama isométrico e vista de detalhe de paredes de concreto armado paralelas conectadas estruturalmente por tirantes transversais de aço soldados
1Barra de armadura de aço vertical fazendo parte da gaiola estrutural interna dentro do muro de concreto, fornecendo resistência à tração
2Tirante de aço transversal conectando os elementos de concreto paralelos para manter o espaçamento estrutural preciso e resistir às forças laterais
3Barra de armadura de aço vertical (vista de detalhe), servindo como substrato de ancoragem estrutural para a conexão do tirante transversal
4Parede de concreto armado esquerda ou elemento de nervura estrutural
5Parede de concreto armado direita ou elemento de nervura estrutural, representada com um corte de seção para expor o layout da armadura interna
6Laje de base de concreto armado ou painel de fundação apoiando os elementos verticais paralelos
7Junta soldada estrutural prendendo o tirante de aço transversal à barra de armadura vertical, garantindo a transferência rígida da carga mecânica
8Círculo de chamada indicando o local do nó de conexão estrutural detalhado na interseção do tirante
9Vista de detalhe (Nó A) ilustrando a montagem estrutural soldada do tirante transversal e da armadura vertical embutida na matriz de concreto
Fig. 1 — Vista isométrica do conjunto de fôrmas de madeira para um muro de fundação de concreto contínuo, detalhando painéis, montantes, tirantes e elementos de escoramento lateral.
Fig. 29 — Vista isométrica do conjunto de fôrmas de madeira para um muro de fundação de concreto contínuo, detalhando painéis, montantes, tirantes e elementos de escoramento lateral.
1Montante vertical de madeira (costela) — Fornece suporte estrutural aos painéis de fôrma, prevenindo o abaulamento sob a pressão lateral do concreto fresco.
2Painel de fôrma (chapa) — Placa plana de madeira ou compensado formando a superfície interna do molde contra a qual o concreto é lançado para moldar a parede.
3Longarina (waler) ou grampo de alinhamento — Membro estrutural horizontal ou suporte usado para alinhar os montantes verticais, distribuir as cargas dos tirantes e manter a retidão da fôrma.
Fig. 1 — Diagrama isométrico de um conjunto de fôrma de madeira escorada para uma estrutura contínua de canaleta em concreto armado
Fig. 30 — Diagrama isométrico de um conjunto de fôrma de madeira escorada para uma estrutura contínua de canaleta em concreto armado
1Conjunto de escoramento de madeira (tipicamente seções de 50x100mm) consistindo em uma longarina inferior horizontal e uma escora diagonal para apoiar a face vertical da fôrma.
2Piquete de fixação de madeira ou bloco de escora (tipicamente 50x50x500mm), cravado profundamente no sub-leito para fornecer resistência horizontal contra forças de deslizamento das escoras.
3Montantes verticais de madeira ou soldados (50x100mm), espaçados em intervalos regulares contra os painéis de fechamento para fornecer rigidez vertical primária e rigidez estrutural.
4Escora diagonal de madeira (mão francesa), posicionada em um ângulo ideal (tipicamente 45-60 graus) para atuar como um membro de compressão transferindo a pressão lateral do concreto para o solo.
5Escora inferior horizontal (longarina), conectando a base do montante vertical ao piquete de fixação para travar a base da fôrma e prevenir o estouro lateral.
6Longarina horizontal de madeira (tipicamente 100x100mm ou membros duplos de 50x100mm), instalada no exterior para distribuir cargas laterais concentradas dos montantes para a estrutura de escoramento.
7Tirantes de aço internos (tipicamente Ø10-12mm) atuando como membros de tração através da largura da canaleta para manter espessura uniforme da parede e combater a pressão hidrostática do concreto.
8Camada de nivelamento de concreto não armado ou concreto magro (~100mm de espessura, Classe C15/20), lançada sobre o sub-leito para fornecer uma base de fundação limpa e nivelada.
9Talude de solo escavado, cortado em um ângulo estável apropriado para o tipo de solo para acomodar a pegada da fundação e fornecer um perímetro de trabalho seguro.
Fig. 1 — Concretagem de uma fundação utilizando caçamba suspensa e sistema de fôrmas modulares
Fig. 31 — Concretagem de uma fundação utilizando caçamba suspensa e sistema de fôrmas modulares
Fig. 1 — Seção transversal mostrando a consolidação de uma mistura de concreto utilizando um vibrador de imersão dentro de fôrmas escoradas
Fig. 32 — Seção transversal mostrando a consolidação de uma mistura de concreto utilizando um vibrador de imersão dentro de fôrmas escoradas
1Vibrador de imersão para concreto (agulha), submerso na mistura de concreto fresco para consolidá-la e remover o ar aprisionado
2Mistura de concreto recém-lançada (espessura da camada ≤ 500mm), colocada dentro da fôrma pronta para vibração
3Painéis verticais de fôrma, retendo a mistura de concreto durante o lançamento e cura
4Escoramento externo da fôrma (escoras/prumos), fornecendo suporte lateral e estabilidade aos painéis verticais contra a pressão do concreto fresco
Fig. 1 — Detalhe da seção transversal de um chumbador de aço pós-instalado embutido 180mm em um substrato de concreto armado através de camadas de isolamento térmico e barreira de vapor
Fig. 33 — Detalhe da seção transversal de um chumbador de aço pós-instalado embutido 180mm em um substrato de concreto armado através de camadas de isolamento térmico e barreira de vapor
1Estrutura de concreto armado, serve como fundação primária de suporte de carga e substrato de ancoragem, posicionada na base do conjunto de multicamadas
2Pino de ancoragem de aço ou chumbador, funciona como um ponto de conexão estrutural para serviços pesados, projetando-se verticalmente através do filme de polietileno e camadas de isolamento térmico
3Resina adesiva química ou bucha de expansão mecânica (zona de colagem), fornece a aderência estrutural e resistência ao arrancamento, localizada dentro do espaço anular da seção embutida
4Vazio de folga na base do furo perfurado, acomoda tolerâncias de inserção do chumbador e agente de colagem em excesso, localizado na parte inferior da zona de embutimento de 180mm de profundidade
Fig. 1 — Vista isométrica de uma laje de fundação de concreto armado moldada in loco detalhando barras de espera verticais e a armadura vertical principal para uma estrutura de parede de canto
Fig. 34 — Vista isométrica de uma laje de fundação de concreto armado moldada in loco detalhando barras de espera verticais e a armadura vertical principal para uma estrutura de parede de canto
1Laje de fundação de concreto armado moldada in loco ou sapata corrida, servindo como base estrutural principal para distribuir cargas estruturais ao sub-leito subjacente
2Barras de espera verticais curtas (arranques) embutidas na fundação de concreto, arranjadas em uma fileira dupla para fornecer continuidade estrutural e comprimento de traspasse suficiente para a armadura da parede subsequente
3Barras de armadura verticais principais formando a gaiola de aço primária para a parede estrutural, arranjadas em uma grade de camada dupla para resistir aos momentos fletores transversais e forças de cisalhamento
Fig. 1 — Procedimento sequencial para amarração manual de barras de armadura de aço em uma emenda por traspasse usando arame recozido e uma chave de amarração
Fig. 35 — Procedimento sequencial para amarração manual de barras de armadura de aço em uma emenda por traspasse usando arame recozido e uma chave de amarração
1Arame de amarração de aço recozido (tipicamente de 1,2 a 1,6 mm de diâmetro), dobrado em um laço contínuo para unir mecanicamente as barras de armadura estrutural sobrepostas
2Barras de armadura de aço nervuradas, dispostas em uma configuração de emenda de traspasse vertical para garantir a transferência contínua da carga estrutural dentro do elemento de concreto
3Chave manual de amarração, apresentando cabo ergonômico e ponta de aço curvada, usada para enganchar o laço de arame e aplicar torque rotacional para apertar firmemente o nó da amarração
Fig. 1 — Disposição da armadura vertical e da estrutura de suporte para um muro de concreto armado sobre uma laje de fundação
Fig. 36 — Disposição da armadura vertical e da estrutura de suporte para um muro de concreto armado sobre uma laje de fundação
1Laje de fundação de concreto armado, servindo como base de suporte de carga para a estrutura de parede subsequente
2Barras de espera verticais (arranques), ancoradas na laje de fundação para fornecer continuidade estrutural e amarrar a parede à base
3Barras de armadura horizontais, formando uma grade com as barras verticais para suportar tensões de tração e prevenir rachaduras na parede de concreto
4Caixa de suporte de madeira temporária ou inserto de fôrma, posicionada para manter o espaçamento da armadura, suportar fôrmas ou criar uma abertura designada dentro da estrutura da parede
Fig. 1 — Procedimento sequencial para amarração de barras de armadura em interseção utilizando uma ferramenta de torção especializada.
Fig. 37 — Procedimento sequencial para amarração de barras de armadura em interseção utilizando uma ferramenta de torção especializada.
4Barra de armadura transversal (vergalhão), tipicamente aço nervurado, formando a camada superior da interseção.
5Barra de armadura longitudinal (vergalhão), tipicamente aço nervurado, formando a camada inferior da interseção.
6Arame de amarração (arame de aço recozido), posicionado diagonalmente por baixo e em seguida laçado sobre a interseção da barra para prender a junta.
7Ferramenta de amarração de vergalhões (chave manual ou amarrador automático), usada para agarrar as pontas do arame de amarração, puxá-lo bem firme, torcê-lo para prender a conexão e cortar o excesso.
Fig. 1 — Espaçadores plásticos circulares (tipo roseta) para manter o cobrimento de concreto em estruturas verticais de concreto armado
Fig. 38 — Espaçadores plásticos circulares (tipo roseta) para manter o cobrimento de concreto em estruturas verticais de concreto armado
1Espaçador circular tipo anel fechado com um perímetro externo ondulado contínuo e um mecanismo de preensão central para fixar a barra de armadura, projetado para fornecer cobertura de concreto consistente na fôrma
2Espaçador circular tipo anel aberto com um perímetro externo dividido e garra central dentada, permitindo instalação mais fácil por encaixe sobre as barras de armadura existentes enquanto mantém a distância de cobertura de concreto especificada
Fig. 1 — Montagem de fôrma modular para paredes com painel de canto interno e sistema de longarina horizontal em uma fundação de concreto
Fig. 39 — Montagem de fôrma modular para paredes com painel de canto interno e sistema de longarina horizontal em uma fundação de concreto
1Painel de fôrma plano padrão, unidade retangular modular usada para formar as seções retas da parede
2Painel de fôrma de canto interno, unidade especializada em formato de L projetada para criar cantos internos perfeitos de 90 graus na parede de concreto
Fig. 1 — Configuração de amarração e içamento para painéis de fôrma modulares de parede de grande área, ilustrando os componentes de elevação e prumos temporários
Fig. 40 — Configuração de amarração e içamento para painéis de fôrma modulares de parede de grande área, ilustrando os componentes de elevação e prumos temporários
1Painel de fôrma modular para paredes, compreendendo uma estrutura perimetral rígida de aço ou alumínio com nervuras transversais de reforço, usado para moldar paredes verticais de concreto
2Lingada de corrente de aço de duas pernas, utilizada para içar o conjunto de fôrmas montadas enquanto mantém um ângulo interno máximo de 90 graus para ótima distribuição da carga
3Gancho de guindaste de aço resistente com trava de segurança, servindo como principal ponto de conexão de içamento entre a maquinaria de elevação e as correntes de amarração
4Suporte de içamento de fôrma especializado, fixado com segurança no perfil estrutural superior do painel para fornecer um ponto de amarração projetado para o manuseio seguro
5Escora de prumo ajustável de aço (prumo puxa-empurra) com tensores roscados, instalada na diagonal para fornecer alinhamento vertical preciso e contraventamento lateral para as fôrmas
6Placa base da escora de aço, ancorada na laje de piso de concreto de suporte ou fundação para fornecer um ponto de reação fixo para o escoramento diagonal temporário
Fig. 1 — Montagem de fôrma modular para paredes com suportes diagonais ajustáveis em uma fundação de concreto
Fig. 41 — Montagem de fôrma modular para paredes com suportes diagonais ajustáveis em uma fundação de concreto
1Escora diagonal ajustável (prumo puxa-empurra) com placa de base, usada para alinhar e estabilizar os painéis de fôrma verticalmente contra a base da fundação
2Painel de fôrma modular com uma estrutura de madeira ou metal e face de compensado, preso com grampos para formar a superfície vertical do concreto
3Base de fundação em concreto armado (sapata), proporcionando uma superfície nivelada para a montagem das fôrmas e distribuição da carga
4Barras de armadura vertical estendendo-se desde a fundação para fornecer continuidade estrutural para a parede de concreto
Fig. 1 — Diagrama de montagem do sistema de fôrmas em painéis modulares para paredes de concreto verticais retas e de canto
Fig. 42 — Diagrama de montagem do sistema de fôrmas em painéis modulares para paredes de concreto verticais retas e de canto
1Painel de fôrma — elemento de faceamento de grande formato (tipicamente compensado ou compósito em uma estrutura de aço/alumínio) que define a superfície do concreto e contém o concreto lançado.
2Suporte de andaime (console) — braço de suporte de aço montado no topo projetado para segurar plataformas de trabalho e guarda-corpos de segurança para lançamento e vibração de concreto.
3Tirante / Agulha — haste de aço roscada de alta resistência passando pelos painéis da fôrma para resistir à pressão interna do concreto e manter a espessura de parede necessária.
4Prumo puxa-empurra / Escora diagonal — escora de aço telescópica ajustável ancorada ao solo/laje e fixada na estrutura da fôrma para aprumar, alinhar e escorar o conjunto de fôrmas contra ventos e cargas laterais.
5Trava de painel / Grampo — dispositivo de conexão de aço (tipo cunha ou rosca) usado para juntar com segurança painéis de fôrma adjacentes, garantindo uma união firme e alinhada.
6Painel de canto — elemento de fôrma em forma de L ou articulado especializado usado para criar cantos internos ou externos de 90 graus, garantindo continuidade estrutural nas interseções das paredes.
7Plataforma de trabalho / Guarda-corpos — pranchas de madeira ou metal apoiadas por consoles de andaime, fornecendo uma passarela segura e proteção contra quedas para o pessoal da construção no topo da fôrma.
Fig. 1 — Construção de uma parede de concreto monolítica mostrando a montagem da fôrma, caçamba de concretagem e plataforma de trabalho integrada
Fig. 43 — Construção de uma parede de concreto monolítica mostrando a montagem da fôrma, caçamba de concretagem e plataforma de trabalho integrada
1Caçamba de concretagem, suspensa por cabo de guindaste, usada para lançamento controlado de concreto fresco na cavidade da fôrma
2Painel traseiro de fôrma, formando a superfície posterior do muro de concreto moldado in loco
3Suportes verticais de reforço (escoras), fornecendo rigidez vertical e alinhamento aos painéis de fôrma
4Painéis modulares de aço ou alumínio de fôrma, formando a face frontal da parede, reforçados com nervuras internas de fixação
5Plataforma de trabalho integrada (sistema de suporte de andaimes) com guarda-corpos de segurança, presa à fôrma para acesso dos trabalhadores durante a concretagem e vibração
6Laje de fundação de concreto armado ou sapata corrida, fornecendo uma base estável para a parede e o sistema de fôrmas
7Mistura de concreto recém-lançada, preenchendo o espaço entre os painéis de fôrma para criar a estrutura da parede monolítica
Fig. 1 — Seção transversal de fôrma vertical ilustrando o método de vibração interna para consolidar o concreto recém-lançado em camadas
Fig. 44 — Seção transversal de fôrma vertical ilustrando o método de vibração interna para consolidar o concreto recém-lançado em camadas
1Mistura de concreto fresco, colocada em uma camada horizontal de até 500mm de espessura dentro da fôrma vertical, exigindo consolidação ativa para eliminar vazios de ar aprisionados
2Camada de concreto previamente colocada e totalmente consolidada, localizada logo abaixo da nova camada, servindo como a base de ligação para a concretagem contínua
3Vibrador de imersão interno de aço (mangote vibratório), posicionado verticalmente através da nova mistura e penetrando na camada anterior para misturar e compactar o concreto homogeneamente
4Plano de interface horizontal entre as camadas de concreto consecutivas, um limite crítico que o vibrador deve atravessar para garantir ligação estrutural monolítica e prevenir juntas frias
5Operador de construção equipado com EPI padrão, posicionado firmemente na plataforma de andaime externa da fôrma para guiar e operar sistematicamente o vibrador de eixo flexível
Fig. 1 — Vista isométrica da montagem de fôrma de parede com consoles de andaime e armadura vertical
Fig. 45 — Vista isométrica da montagem de fôrma de parede com consoles de andaime e armadura vertical
1Barras de armadura verticais, projetando-se do topo da etapa de concretagem para fornecer continuidade estrutural para a próxima camada
2Bloco de fôrma permanente, tipicamente feito de poliestireno expandido ou material similar, deixado no local após a cura do concreto para prover isolamento
3Fundação de concreto ou laje de piso, servindo como base estrutural para a montagem da parede
4Painel removível de fôrma de madeira, reforçado com nervuras estruturais para suportar a pressão hidrostática durante a concretagem
5Base de concreto ou borda da sapata, proporcionando uma fundação estável para a construção da parede
Fig. 1 — Montagem e empilhamento vertical do sistema de fôrma de grandes painéis para paredes de concreto moldadas in loco, detalhando conexões de painel e ferragens de alinhamento
Fig. 46 — Montagem e empilhamento vertical do sistema de fôrma de grandes painéis para paredes de concreto moldadas in loco, detalhando conexões de painel e ferragens de alinhamento
1Painel de fôrma inferior, posicionado e fixado para formar a seção base da parede de concreto
2Painel de fôrma superior, sendo içado para a posição de empilhamento vertical acima do painel inferior
3Grampo de conexão (vista de seção transversal), projetado para travar as estruturas dos painéis de fôrma superior e inferior firmemente juntas, garantindo alinhamento e estabilidade
4Fundação de concreto armado ou sapata, servindo como base estável sobre a qual o sistema de fôrmas é erguido
5Estruturação do painel de fôrma inferior, provendo rigidez para suportar a pressão hidrostática do concreto fresco
6Longarinas horizontais de alinhamento (madeira ou metal), fixadas transversalmente em vários painéis para manter uma superfície de parede reta e contínua
7Seção de parede de concreto moldada in loco, parcialmente vazada e em cura dentro do conjunto da fôrma inferior
8Suportes de alinhamento e travamento, prendendo as longarinas horizontais à estrutura da fôrma para reforço estrutural
9Conjunto de lingada/corrente de içamento, utilizado por um guindaste para elevar e manobrar com precisão o painel de fôrma superior em sua posição designada
Fig. 1 — Vista isométrica e detalhe de um sistema de muro de arrimo com laje de concreto ancorada e conjunto de tensionamento de cabo de aço
Fig. 47 — Vista isométrica e detalhe de um sistema de muro de arrimo com laje de concreto ancorada e conjunto de tensionamento de cabo de aço
1Laje de ancoragem horizontal, tipicamente pré-moldada em concreto armado, colocada plana sobre o reaterro compactado para prover resistência contra forças de tombamento do muro
2Cabo de tensão em aço (cabo de aço) conectando a laje de ancoragem à estrutura do muro de arrimo, transferindo cargas laterais
3Grampos para cabos de aço tipo U-bolt (clips), instalados em série a intervalos especificados (mostrado 100 mm) para prender a extremidade em laço do cabo de aço
4Seção do muro de arrimo de concreto armado em forma de L ou base da fundação, embutido no solo para conter terra ou proporcionar uma barreira estrutural
5Barras de armadura de aço verticais (arranques) projetando-se da borda superior da seção da parede de concreto, destinadas à continuidade com as concretagens ou elementos estruturais subsequentes
6Alça de içamento ou âncora olhal de aço embutida projetando-se da laje de concreto, servindo como ponto de fixação para o laço do cabo de tensão de aço
Fig. 1 — Detalhe de uma conexão estrutural utilizando suporte de metal e chumbadores mecânicos embutidos em um substrato de concreto
Fig. 48 — Detalhe de uma conexão estrutural utilizando suporte de metal e chumbadores mecânicos embutidos em um substrato de concreto
1Chumbadores ou parafusos mecânicos, utilizados para fixar o suporte de metal firmemente à estrutura de concreto subjacente, garantindo transferência de carga e estabilidade
2Suporte ou chapa de metal, posicionado verticalmente contra a superfície de concreto, servindo como a interface de conexão para a fixação de componentes ou peças estruturais adicionais
Fig. 1 — Detalhe do sistema de tirante de fôrma fixando um painel vertical contra uma estrutura de parede existente
Fig. 49 — Detalhe do sistema de tirante de fôrma fixando um painel vertical contra uma estrutura de parede existente
1Âncora embutida ou segmento de tirante, moldado ou fixado na estrutura de parede de concreto existente para proporcionar resistência à tração
2Furo ou luva no painel da fôrma, permitindo a passagem do tirante
3Tirante roscado (agulha) com conjunto de porca de orelha, usado para puxar o painel da fôrma contra a estrutura e resistir à pressão do concreto
4Estrutura de parede sólida existente, tipicamente concreto armado ou alvenaria, servindo como encosto estável e ponto de ancoragem
5Painel de fôrma vertical ou escora de escoramento, distribuindo a pressão lateral e mantido no lugar pelo sistema de tirante
6Solo de reaterro, fornecendo o nível de base sobre o qual a fôrma ou sistema de escoramento se apoia
Fig. 1 — Vista isométrica de um sistema de fôrma de face única para paredes apoiado por escoras diagonais ancoradas em uma laje de fundação.
Fig. 50 — Vista isométrica de um sistema de fôrma de face única para paredes apoiado por escoras diagonais ancoradas em uma laje de fundação.
1Laje de fundação de concreto armado ou sapata corrida, fornecendo uma base estável para ancoragem do sistema de escoramento das fôrmas.
2Prumos diagonais ajustáveis puxa-empurra (escoras), compostos de hastes de aço tubular, usados para alinhar e suportar os painéis de fôrma vertical contra a pressão do concreto.
3Chumbadores ou pontos de fixação embutidos na laje de concreto, prendendo as placas base das escoras diagonais.
4Fôrma vertical de grandes painéis, tipicamente consistindo de uma estrutura de madeira ou aço com faceamento de compensado, usada para moldar a parede de concreto.
5Solo de reaterro compactado ou camada de sub-leito formando o nível base ao redor da laje de fundação.
6Muro de concreto armado recém-lançado, mostrando barras de armadura verticais estendendo-se do topo para futuras conexões estruturais.
Fig. 1 — Vistas isométrica e transversal demonstrando a instalação e estabilização de fôrma de parede de grandes painéis
Fig. 51 — Vistas isométrica e transversal demonstrando a instalação e estabilização de fôrma de parede de grandes painéis
1Plataforma de trabalho pré-fabricada de aço (andaime tubular de cavaletes), posicionada na base da fundação inferior para prover acesso elevado aos trabalhadores durante a conexão do painel da fôrma e instalação dos tirantes
2Fôrma de parede de grandes painéis estruturada em aço com fechamento resistente, manuseada por equipamento de içamento de guindaste, projetada para moldar a face vertical de concreto e suportar a pressão hidrostática do concreto vertido
3Console de andaime em aço para concretagem, com postes verticais para guarda-corpo, montado diretamente na estrutura do painel da fôrma para suportar passarelas elevadas para o pessoal durante o lançamento do concreto nos níveis superiores
4Escora telescópica ajustável tipo puxa-empurra (escora diagonal), ancorada à laje de concreto horizontal adjacente para alinhar verticalmente o painel da fôrma e fornecer estabilidade estrutural lateral
Fig. 1 — Teste de penetração utilizando cone graduado para determinar a consistência do material
Fig. 52 — Teste de penetração utilizando cone graduado para determinar a consistência do material
Fig. 1 — Arranjo geral e detalhamento de componentes de um cinto de segurança industrial para posicionamento de trabalho e sistema de talabarte ajustável
Fig. 53 — Arranjo geral e detalhamento de componentes de um cinto de segurança industrial para posicionamento de trabalho e sistema de talabarte ajustável
1Fivela de rolete de metal reforçada, posicionada na extremidade de fixação primária do cinto para garantir fechamento seguro e capacidade de carga confiável.
2Cinta estrutural de suporte de carga principal, fabricada em correia sintética tecida de alta resistência ou couro reforçado, formando o laço principal da cintura.
3Argolas em D de aço forjado para posicionamento lateral, ancoradas simetricamente ao longo da almofada lombar, servindo como pontos principais de fixação de carga para o talabarte.
4Rebite estrutural reforçado e placa de apoio, fixados através das camadas da correia para prender os passadores internos da cinta e manter o alinhamento dos componentes.
5Passadores de cinta deslizantes, construídos de couro flexível ou correia sintética, projetados para reter a sobra excessiva da cinta principal após a fivela.
6Almofada lombar alargada ergonômica, com acolchoamento interno e um revestimento externo durável, distribuindo a pressão da carga com segurança pela parte inferior das costas do usuário.
7Camada de reforço interna costurada para suporte de carga, visível na vista de perfil, duplicando a espessura da cinta para fornecer integridade estrutural perto de zonas de alta tensão.
8Ilhós de metal, espaçados uniformemente ao longo da cauda de ajuste da cinta principal, reforçando os furos do pino da fivela para evitar rasgos sob tensão.
9Mosquetão de segurança terminal com portão de travamento automático de dupla ação, aço forjado, fixado na extremidade distal do talabarte para conexão segura ao ponto de ancoragem.
10Linha de talabarte de posicionamento ajustável, utilizando corda sintética ou correia de alta resistência, projetada para restringir o raio de movimento do trabalhador e fornecer suporte tensionado.
11Ajustador de comprimento deslizante por atrito, integrado à linha do talabarte, permitindo ao usuário modificar continuamente o comprimento do talabarte para se adequar a distâncias de trabalho específicas.
12Mosquetão de segurança com trava equipado com destorcedor (swivel), em aço forjado, conectando a extremidade proximal do talabarte à argola em D primária, impedindo a torção e o emaranhamento da corda.
Fig. 1 — Protocolo padronizado de comunicação cinética detalhando o posicionamento do sinaleiro e o sinal visual manual 'Elevar Carga' para operações de içamento com guindaste móvel
Fig. 54 — Protocolo padronizado de comunicação cinética detalhando o posicionamento do sinaleiro e o sinal visual manual 'Elevar Carga' para operações de içamento com guindaste móvel
1Guindaste móvel com lança telescópica, construção em aço de alta resistência com lança hidráulica de içamento, posicionado com segurança sobre patolas para realizar operações verticais primárias de içamento de material
2Unidade pré-moldada de concreto armado suspensa, carga estrutural retangular padrão (aprox. 1200x600x400mm), fixada através de conjunto de linga de corrente de aço de múltiplas pernas ao moitão do gancho do guindaste
3Sinaleiro/amarrador designado, equipado com vestimenta de segurança de alta visibilidade Classe 2 e capacete rígido obrigatórios, posicionado com segurança no nível do solo para direcionar os movimentos do operador do guindaste
4Fundo gráfico de sinalização, campo circular de segurança azul padronizado (diâmetro típico de 600mm), fornece alto contraste visual para garantir interpretação inequívoca do comando manual
5Indicador de gesto manual padronizado, representado centralmente como uma mão aberta com a palma voltada para cima, serve como o comando visual universal para 'Içar' ou elevar a carga ativa
6Gráfico de rastro de movimento cinético superior, segmento retangular branco de alta visibilidade posicionado imediatamente acima da mão, indica dinamicamente a trajetória vertical ascendente contínua necessária
7Gráfico de rastro de movimento cinético inferior, segmento retangular branco de alta visibilidade localizado na base do diagrama, reforça visualmente a ação sequencial ascendente de içamento
Fig. 1 — Sinalização manual operacional padrão para guindastes móveis: Execução do comando 'Abaixar Carga'
Fig. 55 — Sinalização manual operacional padrão para guindastes móveis: Execução do comando 'Abaixar Carga'
1Sinaleiro designado (amarrador/sinaleiro) equipado com o Equipamento de Proteção Individual (EPI) obrigatório, mantendo contato visual para dirigir operações de guindaste com segurança
2Representação padronizada do sinal manual de 'Abaixar', executado com o braço estendido horizontalmente, a palma voltada para baixo, indicando movimento vertical para baixo
3Lança hidráulica telescópica de um caminhão guindaste móvel, utilizada para o posicionamento vertical e horizontal da carga pesada suspensa
4Carga suspensa, retratada como bloco estrutural de concreto pré-moldado, presa com segurança e equilibrada utilizando lingas de amarração de múltiplas pernas
5Moitão do guindaste e conjunto do gancho de segurança, fornecendo o ponto de conexão operacional seguro entre o cabo de aço do guindaste e a ferragem de amarração da carga
6Patola hidráulica implantada com sapata de base no solo, ampliando ativamente a pegada estrutural da máquina para garantir estabilidade contra tombamento durante operações de içamento
Fig. 1 — Sinal manual padrão para operações de guindaste: 'Pare'
Fig. 56 — Sinal manual padrão para operações de guindaste: 'Pare'
1Sinaleiro (amarrador/sinaleiro) equipado com colete de alta visibilidade e capacete, posicionado para ver a carga claramente e estar visível ao operador do guindaste.
2Encarte ampliado ilustrando o gesto específico do sinal manual para comandar o operador do guindaste.
3Braço estendido e mão com a palma voltada para baixo, indicando o comando de 'pare'.
4Setas direcionais indicando o movimento de varredura horizontal exigido do braço para executar o sinal de 'pare'.
5Caminhão guindaste móvel com lança telescópica, posicionado sobre patolas para estabilidade durante a operação de içamento.
6Conjunto de gancho e moitão de içamento do guindaste, atualmente segurando a carga suspensa.
7Carga suspensa (ex: bloco de concreto ou material de construção) presa ao gancho do guindaste através de lingas.
Fig. 1 — Sinal manual padrão para elevar uma carga durante as operações de guindaste móvel
Fig. 57 — Sinal manual padrão para elevar uma carga durante as operações de guindaste móvel
1Sinaleiro usando colete de segurança de alta visibilidade e capacete, posicionado com visão livre para o operador do guindaste
2Guindaste móvel com lança telescópica estendida, operando com patolas estendidas para estabilidade
3Carga suspensa (bloco de concreto ou elemento estrutural) amarrada com um conjunto de lingas de múltiplas pernas
4Moitão do gancho do guindaste com trava de segurança travando as lingas de içamento
5Detalhe do sinal manual de 'Içar': braço direito estendido para cima, palma voltada para a frente, dedos retos e apontados para cima
Fig. 1 — Sinalização manual padronizada para operações de guindaste detalhando o comando 'Abaixar carga' executado por um amarrador qualificado
Fig. 58 — Sinalização manual padronizada para operações de guindaste detalhando o comando 'Abaixar carga' executado por um amarrador qualificado
1Amarrador/sinaleiro qualificado dirigindo operações de guindaste, equipado com EPI padrão de alta visibilidade (capacete rígido, colete reflexivo)
2Sinal manual visual padronizado indicando o comando 'Abaixar carga', executado com braço estendido, palma para baixo e um nítido movimento para baixo
3Guindaste móvel hidráulico utilizando uma lança telescópica estendida, ativamente engajado em operações de içamento e estabilizado sobre patolas
4Elemento de concreto pré-moldado retangular suspenso ou componente estrutural, amarrado com lingas de cabo de aço ou corrente de múltiplas pernas presa ao gancho do guindaste
Fig. 1 — Sinal manual padrão de guindaste para girar a lança
Fig. 59 — Sinal manual padrão de guindaste para girar a lança
1Sinaleiro, equipado com equipamento de segurança de alta visibilidade e capacete, posicionado na linha de visão do operador do guindaste
2Detalhe do sinal manual: palma da mão aberta e virada na direção do giro da lança desejado, indicando 'girar a lança'
3Caminhão guindaste hidráulico, montado em chassi móvel com rodas, usado para elevar e mover cargas pesadas
4Carga de bloco de concreto suspensa, fixada via lingas de elevação ao moitão do guindaste
5Sapata e braço da patola estendida, fornecendo estabilidade e impedindo que o guindaste tombe durante as operações de içamento
6Cabine do operador do guindaste, oferecendo visibilidade e interfaces de controle para gerenciar os movimentos do guindaste
7Lança telescópica, estendendo-se hidraulicamente para ajustar o alcance e a altura de içamento do guindaste
8Cabo de aço de elevação e conjunto de moitão do gancho, usados para levantar e abaixar a carga suspensa
Fig. 1 — Sinal manual padrão para a operação de guindaste: 'Pare' ou 'Fixar a carga'
Fig. 60 — Sinal manual padrão para a operação de guindaste: 'Pare' ou 'Fixar a carga'
Fig. 1 — Operações de manuseio de materiais: Caminhão guindaste elevando e posicionando um tubo de grande diâmetro sobre uma pilha de armazenagem escalonada usando amarração de dois pontos.
Fig. 61 — Operações de manuseio de materiais: Caminhão guindaste elevando e posicionando um tubo de grande diâmetro sobre uma pilha de armazenagem escalonada usando amarração de dois pontos.
1Caminhão guindaste móvel em um chassi pesado com rodas, equipado com um mecanismo de içamento hidráulico, utilizado para erguer e posicionar materiais de construção pesados
2Tubo utilitário de grande diâmetro (ex: aço ou polietileno de alta densidade), suspenso e equilibrado horizontalmente para posicionamento preciso
3Blocos de concreto pré-moldado reforçado, de perfil retangular, empilhados em uma configuração estável estruturalmente escalonada para o armazenamento provisório seguro
4Sinaleiro designado, equipado com EPI padrão (capacete rígido, colete de alta visibilidade), posicionado para orientar com segurança o operador do guindaste por meio de sinais manuais
5Segundo sinaleiro, equipado com EPI padrão, posicionado no lado oposto para auxiliar no controle da carga e assegurar a folga segura
6Conjunto de patolas hidráulicas com sapata de alta capacidade de carga, totalmente estendido para distribuir o peso da operação do guindaste e providenciar resistência contra tombamento
7Lança de guindaste hidráulico telescópico, estendida até o raio de trabalho exigido e o ângulo de lança para manobrar a carga com segurança sobre as estruturas existentes
8Linga de elevação com duas pernas (cabos de aço ou correia de material sintético), ligada de forma segura em volta do tubo de modo a suportar o tubo e equilibrar a carga simetricamente
9Gancho do guindaste resistente e o conjunto do moitão de polias, conectando o cabo de elevação às lingas com um trinco de segurança devidamente engatado
10Superfície da base do terreno de operação estabilizado ou de sub-leito compactado, planeado para prover a sustentação correspondente para apoiar as patolas do guindaste e propiciar a base de apoio firme para os trabalhadores
Fig. 1 — Desenhos geométricos padronizados e iconografia para placas de segurança industrial e advertência
Fig. 62 — Desenhos geométricos padronizados e iconografia para placas de segurança industrial e advertência
1Borda externa amarela do sinal de advertência, definindo a forma triangular
2Banda triangular interna preta, proporcionando alto contraste para visibilidade
3Campo central triangular amarelo, servindo como pano de fundo para os símbolos de perigo
4Faixa circular vermelha com barra transversal (diagonal), indicando universalmente a proibição
5Borda circular branca externa, intensificando o contraste do símbolo vermelho de proibição
6Campo circular branco central, atuando como um plano de fundo para símbolos da ação proibida
7Banda triangular interna preta da placa de advertência de 'Perigo: Queda de Carga'
8Pictograma preto retratando a carga sendo içada suspensa, indicando o risco de sobrecarga
9Campo central triangular amarelo, sendo o fundo do símbolo de queda de carga
10Faixa circular vermelha cortada por uma linha diagonal, sinalizando o símbolo 'Acesso Proibido' ou 'Proibida a Entrada'
11Pictograma preto de figura andando, sinalizando e denotando a proibição (acesso de pedestres)
12A borda circular externa na cor branca característica do símbolo de proibição
13O espaço central e fundo com o círculo na cor branca do símbolo proibitivo de circulação para as pessoas
14Borda externa na cor amarela que designa o aviso em caráter geral de placa para sinal 'Atenção: Perigo'
15Pictograma representado no sinal por um ponto de exclamação na cor preta com o intuito primário e geral do alerta a respeito do risco
16Fundo preenchido através do campo amarelo com uma base na forma retangular caracterizada como do símbolo com formato de exclamação
Fig. 1 — Vista de elevação de uma barreira de segurança temporária com corda e placas de advertência suspensas
Fig. 63 — Vista de elevação de uma barreira de segurança temporária com corda e placas de advertência suspensas
1Poste de suporte vertical (Mourão/Montante), cravado no solo para fornecer estabilidade estrutural ao sistema de barreira de segurança, com uma altura superior de 1100 mm acima do nível do solo
2Corda ou cabo flexível, estendido entre os postes de suporte para formar a linha de barreira contínua
3Placa ou bandeirola de advertência, de formato triangular, suspensa da corda principal em intervalos de não mais que 6 m para aumentar a visibilidade e delinear a zona de perigo
Fig. 1 — Implantação correta e configuração de distribuição de carga para patolas de guindaste móvel, incluindo extensão manual, apoio da sapata em calços de madeira e postura operacional completa.
Fig. 64 — Implantação correta e configuração de distribuição de carga para patolas de guindaste móvel, incluindo extensão manual, apoio da sapata em calços de madeira e postura operacional completa.
Fig. 1 — Requisitos de distâncias mínimas de segurança para operação de guindaste móvel perto de estruturas fixas
Fig. 65 — Requisitos de distâncias mínimas de segurança para operação de guindaste móvel perto de estruturas fixas
1Estrutura fixa/parede com marcações de advertência de perigo (listras diagonais amarelas e pretas) indicando uma zona de risco de colisão ou esmagamento.
2Zona de perigo restrita estabelecida entre a superestrutura giratória do guindaste e a estrutura fixa adjacente.
3Sinal de proibição padrão 'Acesso de Pedestres Proibido' indicando que o pessoal não deve entrar na zona de perigo durante a operação do guindaste.
4Linha de cota indicando a distância mínima obrigatória de folga de segurança de pelo menos 1 m entre as partes rotativas do guindaste e a estrutura.
5Guindaste móvel montado sobre caminhão mostrando as configurações de transporte e operacionais, equipado com uma lança telescópica e superestrutura giratória.
6Patolas implantadas proporcionando a estabilidade para o caminhão guindaste ao longo do período do içamento ou atividade relacionada ao serviço.
Fig. 1 — Ilustração de um caminhão guindaste móvel elevando e içando peças e lajes fabricadas em pré-moldado de concreto enquanto as barreiras sinalizadoras de segurança provisórias atuam para definir isoladamente o entorno da área isolada correspondente
Fig. 66 — Ilustração de um caminhão guindaste móvel elevando e içando peças e lajes fabricadas em pré-moldado de concreto enquanto as barreiras sinalizadoras de segurança provisórias atuam para definir isoladamente o entorno da área isolada correspondente
Fig. 1 — Determinação do limite da zona de perigo para um guindaste móvel com base na altura de içamento e nas dimensões da carga
Fig. 67 — Determinação do limite da zona de perigo para um guindaste móvel com base na altura de içamento e nas dimensões da carga
1Altura de içamento (H) - Distância vertical do nível do solo até a parte inferior da carga suspensa
2Limite da zona de perigo - Perímetro indicando o alcance potencial máximo de uma carga em queda ou oscilante
3Raio de trabalho do guindaste - Distância horizontal do centro de rotação do guindaste ao centro de gravidade da carga suspensa
4Distância mínima de segurança (X) - Folga necessária desde a borda da carga até o limite da zona de perigo para levar em conta a trajetória da carga em caso de queda
5Dimensão máxima da carga (L) - A maior dimensão horizontal da carga a ser içada, usada no cálculo do raio total da zona de perigo
7Linha 1 da tabela de segurança: Para uma altura de içamento de até 10 m, a distância de segurança exigida (X) é de 4 m
8Linha 2 da tabela de segurança: Para uma altura de içamento de até 20 m, a distância de segurança exigida (X) é de 7 m
9Linha 3 da tabela de segurança: Para uma altura de içamento de até 70 m, a distância de segurança exigida (X) é de 10 m
10Linha 4 da tabela de segurança: Para uma altura de içamento de até 120 m, a distância de segurança exigida (X) é de 15 m
11Linha 5 da tabela de segurança: Para uma altura de içamento de até 200 m, a distância de segurança exigida (X) é de 20 m
12Linha 6 da tabela de segurança: Para uma altura de içamento de até 300 m, a distância de segurança exigida (X) é de 25 m
13Linha 7 da tabela de segurança: Para uma altura de içamento de até 450 m, a distância de segurança exigida (X) é de 30 m
Dicas e Recomendações
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É estritamente proibido realizar o nivelamento e compactação de solo congelado, bem como de solo com presença de neve e gelo. Isso levará a recalques críticos na estrutura durante o descongelamento.
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Na execução da camada de base de areia, considere sempre o coeficiente de empolamento da areia K=1,10. Para obter um colchão compactado de 150 mm, lance 170 mm de areia solta.
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Os piquetes e as linhas de locação topográfica (arame) não devem sofrer deslocamentos durante o movimento de terra. Antes da operação de maquinário pesado, estique as linhas de controle apenas durante a verificação.
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Para evitar o vazamento da nata de cimento e a colmatação da camada drenante, é obrigatório dobrar as bordas do geotêxtil não tecido (450 g/m²) sobre as paredes verticais da vala.