FICHA TECNOLÓGICA DE CONSTRUÇÃO
Бетонные работы

Ficha tecnológica para a execução de fundações corridas e paredes de subsolo em concreto armado

Esta ficha tecnológica regulamenta o conjunto de processos para a construção de fundações corridas e paredes de subsolo em concreto armado monolítico. O documento é adaptado para aplicação internacional e inclui especificações para armação, montagem de fôrmas modulares, concretagem, bem como protocolos detalhados para concretagem no inverno em temperaturas negativas.
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Materiais

  • Concreto pesado, classes C20/25 – C25/30
  • Telas soldadas e barras de aço para as armaduras espaciais
  • Espaçadores plásticos ou de concreto com fibras para o cobrimento da armadura
  • Arame de aço recozido para amarração
  • Agente desmoldante emulsionado para os painéis de fôrma
  • Aditivos anticongelantes: sais de cloreto (até 2%), potassa, nitrito de sódio (até 5%)
  • Aditivos plastificantes (lignossulfonatos, naftenatos ou similares)
  • Materiais isolantes térmicos e de vapor: lona plástica de polietileno, lã mineral, placas de poliestireno expandido (EPS)

Equipamentos

  • Guindaste sobre esteiras com capacidade de 40 t
  • Caminhões betoneira e caminhões basculantes com capacidade correspondente
  • Caminhão bomba de concreto com lança de distribuição móvel
  • Caçambas basculantes para concreto com capacidade de 0,5 a 2,0 m³
  • Vibradores de imersão elétricos com eixo flexível
  • Fôrma metálica modular padronizada e reutilizável
  • Bancadas/gabaritos para a pré-montagem das armaduras espaciais
  • Equipamento para cura elétrica: transformadores rebaixadores 380V/50-106V, eletrodos de fita, fôrmas termoativas
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1. Trabalhos preparatórios e organização do canteiro de obras

Antes do início da construção das estruturas monolíticas (usando como exemplo um edifício com dimensões entre eixos de 32,1 x 12 m), é necessário concluir um conjunto de medidas preparatórias. A base da escavação deve ser formalmente recebida mediante auto de vistoria, com verificação topográfica obrigatória e execução de uma camada de regularização em concreto magro. Realiza-se a organização do sistema de drenagem de águas superficiais e o nivelamento das vias de acesso para equipamentos pesados.

As condições climáticas do local (incluindo zonas com temperatura de projeto no inverno de até -34 °C) exigem a preparação de áreas especiais para armazenamento e pré-montagem de componentes. As áreas de operação dos equipamentos de elevação (guindastes sobre esteiras com capacidade a partir de 40 t) são demarcadas levando em consideração as rotas de movimentação, locais de posicionamento dos equipamentos de montagem e pontos de conexão dos postos de soldagem.

A locação topográfica dos eixos é acompanhada pela marcação com tinta indelével na superfície do concreto de regularização para a fixação precisa do plano de trabalho dos painéis de fôrma. O estoque de materiais (telas soldadas, kits de fôrmas modulares) no canteiro deve garantir a execução ininterrupta dos trabalhos por pelo menos dois turnos de trabalho.

Fig. 1 — Planta baixa detalhada de um edifício multifamiliar indicando paredes estruturais, divisórias, escadas e layouts de instalações sanitárias
Fig. 1 — Planta baixa detalhada de um edifício multifamiliar indicando paredes estruturais, divisórias, escadas e layouts de instalações sanitárias
1Parede portante externa, indicando o limite estrutural e o suporte primário
2Parede portante interna ou divisória principal, fornecendo subdivisão estrutural dentro do edifício
3Escadaria, indicando a circulação vertical entre os níveis dos pavimentos
4Parede divisória interna, delimitando cômodos individuais ou espaços dentro das unidades
5Abertura de janela na parede externa, indicando a posição para luz natural e ventilação
6Layout de instalação sanitária, mostrando o arranjo proposto para os aparelhos como vasos sanitários e pias
7Abertura de porta, indicando pontos de acesso entre os cômodos ou para o exterior
8Elemento arquitetônico ou divisória circular, possivelmente indicando uma parede curva ou limite espacial
  1. Organização da drenagem de águas superficiais e execução das vias de acesso.
  2. Execução da camada de regularização em concreto e recebimento formal da base da escavação.
  3. Locação topográfica dos eixos e marcação das linhas de referência na base de concreto.
  4. Instalação de iluminação provisória, conexão dos postos de soldagem e preparação das bancadas de pré-montagem.
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2. Trabalhos de armação e montagem das armaduras

A armação das sapatas e das paredes do subsolo é executada utilizando telas soldadas e armaduras espaciais (gaiolas) pré-fabricadas. Para as paredes do subsolo, a montagem das armaduras é realizada em bancadas especializadas (gabaritos). As telas são posicionadas no gabarito, fixadas com arame recozido na posição de projeto e, em seguida, ponteadas com solda elétrica de acordo com os requisitos da norma ISO 17660 para juntas soldadas de armaduras.

As armaduras prontas são içadas pelo guindaste e armazenadas dentro do raio de alcance. Na armação das sapatas, as telas são desenroladas diretamente no local, com a instalação obrigatória de espaçadores plásticos ou de concreto com fibras para garantir rigorosamente o cobrimento nominal do concreto.

A montagem da armadura das paredes do subsolo é realizada após a instalação dos painéis de fôrma da sapata. A armadura espacial é posicionada com o guindaste e amarrada de forma segura com arame recozido às barras de espera ou à tela inferior. Todo o conjunto de trabalhos é executado por uma equipe especializada, que inclui o operador do guindaste, sinaleiros e armadores qualificados.

Fig. 1 — Planta de layout para concretagem de fundações corridas utilizando um guindaste de lança autopropelido
Fig. 2 — Planta de layout para concretagem de fundações corridas utilizando um guindaste de lança autopropelido
1Ponto de parada do guindaste Nº 1 (Cr. N1), indicando a primeira posição do guindaste de lança durante a sequência de concretagem.
2Ponto de parada do guindaste Nº 2 (Cr. N2), marcando o segundo ponto de posicionamento designado para o guindaste ao longo da vala.
3Ponto de parada do guindaste Nº 3 (Cr. N3), indicando a terceira localização do guindaste de lança para alcançar seções específicas da fundação.
4Ponto de parada do guindaste Nº 4 (Cr. N4), marcando o último ponto de posicionamento no lado superior da vala da fundação.
5Ponto de parada do guindaste Nº 8 (Cr. N8), marcando um ponto de posicionamento no lado inferior da vala da fundação.
6Caçamba de transferência de concreto (BP-2.0), utilizada para transportar o concreto dos caminhões betoneira para as fôrmas da fundação através do guindaste.
7Caminhão betoneira (KamAZ-5511 / SB-92-1A), posicionado para descarregar o concreto na caçamba de transferência.
8Ponto de parada do guindaste Nº 5 (Cr. N5), marcando um ponto de posicionamento no lado inferior da vala da fundação, adjacente à área de entrega do concreto.
9Eixo da malha longitudinal B, indicando o alinhamento central da malha estrutural da fundação, espaçado 6000 mm dos eixos adjacentes.
10Eixo da malha longitudinal V, indicando o alinhamento superior da malha estrutural da fundação, definindo a largura total de 12000 mm.
  1. Posicionamento das telas de armadura da sapata sobre os espaçadores para garantir o cobrimento.
  2. Pré-montagem das telas das paredes do subsolo no gabarito utilizando amarração e solda elétrica.
  3. Posicionamento da armadura da parede do subsolo na posição de projeto com o auxílio do guindaste.
  4. Emenda e fixação da armadura da parede à armadura da sapata.
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3. Trabalhos de fôrmas e tolerâncias

Para conformar a geometria das fundações, utiliza-se fôrma metálica modular padronizada e reutilizável. A instalação começa com a fixação dos painéis da sapata utilizando presilhas de aperto e cantoneiras de montagem. As longarinas são fixadas aos painéis da caixa inferior com ganchos tensores e unidas por cunhas de aperto no esquema 'tipo moinho'.

A montagem das fôrmas segue proporções normativas rigorosas: a cada 60 cm de altura do painel instala-se 1 linha de longarinas; para cada metro linear de superfície lateral são montados 4 ganchos tensores e 10 presilhas de mola; para cada 2 metros lineares de comprimento da fundação é necessária 1 escora de prumo. O alinhamento da fôrma é feito rigorosamente pelos eixos topográficos com fixação por pinos metálicos na base.

A desforma só é permitida após o concreto atingir a resistência de 1,0–1,5 MPa. A desmontagem é feita na sequência estritamente inversa: remoção das escoras, retirada das cunhas, remoção das cantoneiras de montagem, desmontagem das vigas de suporte e painéis. Após a desmontagem, as superfícies de trabalho são limpas com escovas de aço e revestidas com desmoldante à base de emulsão.

Fig. 1 — Instalação de pilares de concreto armado em fundações tipo cálice utilizando um guindaste sobre esteiras
Fig. 3 — Instalação de pilares de concreto armado em fundações tipo cálice utilizando um guindaste sobre esteiras
1Cabine e controles do operador do guindaste sobre esteiras, posicionados para visibilidade ideal
2Lança treliçada do guindaste sobre esteiras, comprimento L=20000 mm
3Pilar pré-moldado de concreto armado sendo içado para a posição
4Talude do poço de escavação, inclinado a uma proporção de 1:0,5
5Estruturas de suporte temporário ou tripés de topografia na superfície do terreno
6Fundação pré-moldada tipo cálice de concreto armado, instalada na cota -2,900
7Moitão do guindaste e conjunto do gancho suspendendo o pilar
8Superestrutura do guindaste sobre esteiras, abrigando o motor e os contrapesos (modelo SKG-40)
9Nível do terreno, designado na cota -0,400
10Poço de escavação para a instalação da fundação, cota de fundo a -2,900
11Esteiras proporcionando mobilidade e estabilidade para o guindaste
12Talude do poço de escavação, inclinado a uma proporção de 1:0,5
13Talude do poço de escavação, inclinado a uma proporção de 1:0,5
14Eixo da malha estrutural V, espaçado 6000 mm do eixo B
15Eixo da malha estrutural B, localizado centralmente entre os eixos A e V
16Eixo da malha estrutural A, espaçado 6000 mm do eixo B
  1. Instalação e fixação dos painéis da sapata, montagem das longarinas e cunhas de aperto.
  2. Marcação das linhas de referência nas bordas dos painéis inferiores e instalação das vigas de suporte com espaçamento igual à espessura do painel.
  3. Instalação dos painéis das paredes do subsolo sobre as vigas de suporte (em lotes de 2 a 3 metros).
  4. Alinhamento e fixação dos painéis na posição vertical com escoras de prumo.
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4. Lançamento e adensamento do concreto

O fornecimento do concreto (classes recomendadas C20/25 – C25/30) é realizado por caminhões betoneira. No lançamento com guindaste, utilizam-se caçambas basculantes com capacidade de 2 m³, içadas por lingas de duas pernas com capacidade para 5 t. Como alternativa, emprega-se caminhão bomba de concreto com lança de distribuição, permitindo a concretagem a partir de 8 pontos de parada e operação cíclica.

O concreto é lançado continuamente em camadas horizontais com espessura de 0,3 a 0,5 m. Cada camada é obrigatoriamente submetida a vibração com vibradores de imersão elétricos. O mangote do vibrador deve penetrar na camada anterior já lançada (ainda plástica) a uma profundidade de 50 a 100 mm para garantir a homogeneidade da junta. O espaçamento de reposicionamento do vibrador não deve exceder 1,5 vezes o seu raio de ação.

Para evitar a formação de juntas frias, a sobreposição das camadas deve ocorrer antes do início da pega da camada anterior (geralmente com 1 a 2 horas de intervalo entre a sapata e a parede). Para paredes muito extensas, a concretagem é feita em panos de 10 a 12 m com a instalação de fôrmas de separação, criando chaves de cisalhamento nas juntas de concretagem. A cura do concreto inclui a proteção contra a insolação e umedecimento regular conforme os procedimentos de laboratório (em conformidade com a série de normas ISO 22966).

Fig. 1 — Esquema de concretagem para uma laje de fundação (radier) utilizando bomba de concreto, detalhando o posicionamento da bomba, os limites de alcance da lança e os blocos de concretagem designados.
Fig. 4 — Esquema de concretagem para uma laje de fundação (radier) utilizando bomba de concreto, detalhando o posicionamento da bomba, os limites de alcance da lança e os blocos de concretagem designados.
1Limite da estrutura da fundação / linha de fôrma indicando o limite externo da fundação de concreto armado a ser concretada.
2Taludes de escavação (bermas) ao redor da área da fundação, fornecendo acesso e estabilidade durante a construção.
3Suportes estabilizadores (patolas) da bomba de concreto implantados na via de acesso para garantir a estabilidade do equipamento durante a operação.
4Lança articulada da bomba de concreto estendendo-se sobre o poço de escavação para entregar o concreto nos blocos designados.
5Raio máximo de operação (limite de alcance) da lança da bomba de concreto, mostrado como um arco tracejado, ditando o posicionamento da bomba.
6Bloco de concretagem ativo (área sombreada) dentro do layout da fundação, indicando a seção que está sendo concretada no momento.
7Rampa ou ponto de acesso para o poço de escavação com um ângulo de inclinação designado (30° indicado no original), facilitando a entrada de equipamentos ou pessoal.
8Via de acesso temporária ou pista para a movimentação e posicionamento da bomba de concreto ao longo do perímetro.
9Eixo de movimentação da bomba de concreto, orientando seu posicionamento ao longo da borda.
  1. Recebimento do concreto nas caçambas basculantes ou no funil da bomba de concreto.
  2. Lançamento do concreto em camadas de 0,3 a 0,5 m a partir de plataformas de trabalho suspensas.
  3. Adensamento de cada camada com vibrador de imersão, penetrando de 5 a 10 cm na camada anterior.
  4. Cobertura das superfícies expostas e garantia da cura térmica e úmida do concreto.
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5. Execução de trabalhos no inverno

Quando a temperatura média diária for inferior a +5 °C e a mínima inferior a 0 °C, introduzem-se os protocolos de concretagem de inverno. Com um módulo de superfície de projeto da estrutura de 4,37 m⁻¹, aplicam-se métodos de conservação de calor (garrafa térmica), cura elétrica ou o uso de aditivos anticongelantes. O tempo de mistura na central e o tempo de vibração são aumentados em pelo menos 25%.

Método de aditivos químicos: utilizam-se sais de cloreto (até 2% da massa do cimento), potassa ou nitrito de sódio (até 5%) em conjunto com plastificantes. A mistura é preparada com agregados aquecidos; a temperatura na saída é de +25…+35 °C, e no momento do lançamento não deve ser inferior a +20 °C (permitido para temperaturas externas de até -20 °C).

A cura elétrica é realizada por dois métodos. O método de pré-aquecimento ('garrafa térmica quente') utiliza tensão de 380 V para aquecer a mistura nas caçambas até +70…+90 °C em 5 a 10 minutos. O aquecimento periférico por eletrodos utiliza tiras de aço (largura de 2 a 5 cm, espessura de 1 a 2 mm) sob tensão de 50 a 106 V. A taxa de aumento da temperatura do concreto não deve exceder 8 °C/hora para evitar deformações térmicas. O controle da temperatura é realizado a cada hora nas primeiras 3 horas, e depois a cada 2 a 3 horas.

Fig. 1 — Diagrama de seção transversal das operações de lançamento de concreto para estacas escavadas em uma trincheira utilizando uma bomba de concreto móvel
Fig. 5 — Diagrama de seção transversal das operações de lançamento de concreto para estacas escavadas em uma trincheira utilizando uma bomba de concreto móvel
1Monte de solo ou bota-fora resultante da escavação da vala, empilhado no nível do solo adjacente
2Fundo da vala escavada, servindo como nível de trabalho para a execução da fundação por estacas, localizado na cota -2,900m
3Estaca escavada com cabeça/base alargada, instalada verticalmente na vala, mostrada durante a fase de concretagem
4Lança articulada da bomba de concreto móvel, estendendo-se a partir do caminhão para entregar o concreto diretamente nas estacas escavadas
5Caminhão bomba de concreto (modelo SB-126A), posicionado no nível do terreno para fornecer e bombear o concreto
  1. Aquecimento do concreto em caçambas térmicas isoladas até +70…+90 °C (no método de garrafa térmica quente).
  2. Lançamento rápido e contínuo do concreto aquecido com altura de queda livre não superior a 1,5 m.
  3. Conexão de eletrodos superficiais ou fôrmas termoativas, com aumento gradual da tensão de 50-60 V para 106 V.
  4. Cobertura das superfícies expostas com barreira de vapor e uma camada de material isolante térmico imediatamente após a concretagem.
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6. Organização do trabalho e segurança no trabalho

Para a execução abrangente dos trabalhos monolíticos, são formadas equipes especializadas. A equipe Nº 1 (operador de máquina, montadores, sinaleiros) é responsável pelo descarregamento e amarração. A equipe Nº 2 (armadores, soldadores) realiza a amarração e a soldagem das telas. A equipe Nº 3 (carpinteiros) executa a montagem, desmontagem e lubrificação das fôrmas. As equipes Nº 4 e Nº 5 lançam o concreto utilizando o guindaste ou a bomba, respectivamente.

A montagem de elementos de fôrma em vários níveis só é permitida após a fixação rígida do nível inferior. O armazenamento de materiais sobre os estrados da fôrma é estritamente proibido. A altura de queda livre do concreto a partir da caçamba não deve ultrapassar 1 m em relação à superfície do concreto recém-lançado.

Especial atenção é dada ao trabalho com as tubulações de concreto: a montagem, desmontagem e limpeza dos tubos só são permitidas após a despressurização total até a pressão atmosférica. Durante a purga das tubulações com ar comprimido, todo o pessoal não envolvido nesta operação deve ser afastado para uma distância segura de, no mínimo, 10 metros.

Fig. 1 — Gráfico de carga do guindaste retratando a relação entre o raio de operação, a capacidade de içamento e os limites de altura do gancho
Fig. 6 — Gráfico de carga do guindaste retratando a relação entre o raio de operação, a capacidade de içamento e os limites de altura do gancho
1Curva de capacidade de içamento (linha contínua) — indica a carga máxima segura em toneladas em relação ao raio de operação, demonstrando uma capacidade decrescente à medida que o raio aumenta
2Curva de altura do gancho (linha tracejada) — indica a altura máxima de içamento alcançável em metros correspondente ao raio de operação e à capacidade de carga fornecidos
  1. Verificação diária por turno do bom estado das alças de içamento, lingas, caçambas e elementos de andaimes.
  2. Isolamento das áreas de despressurização da tubulação de concreto e das zonas de pré-montagem das armaduras.
  3. Garantia do empacotamento das barras de aço com proteção nas pontas em passagens com menos de 1 m de largura.
  4. Controle do desligamento dos vibradores elétricos durante a movimentação e proibição de puxá-los pelos cabos de energia.
Fig. 1 — Cronograma de atividades de construção mostrando as durações e sequenciamento das tarefas em dias, turnos e horas.
Fig. 7 — Cronograma de atividades de construção mostrando as durações e sequenciamento das tarefas em dias, turnos e horas.
1Barra de duração da tarefa representando uma atividade breve programada durante a primeira hora do turno 1 no dia 1.
2Barra de duração da tarefa representando uma atividade programada para iniciar concomitantemente ou imediatamente após a tarefa 1, na primeira hora do turno 1 no dia 1.
3Rótulo de linha indicando a quarta tarefa ou fluxo de atividade no cronograma.
4Barra de duração da tarefa representando uma atividade que se estende pela segunda hora do turno 1 no dia 1.
5Barra de duração da tarefa representando uma atividade de longa duração iniciando na terceira hora do turno 1 no dia 1 e continuando ininterruptamente até o final do dia 4.
Fig. 1 — Gráfico de Gantt do cronograma do projeto de construção detalhando as durações das tarefas em dias, turnos e horas
Fig. 8 — Gráfico de Gantt do cronograma do projeto de construção detalhando as durações das tarefas em dias, turnos e horas
1Barra de duração da tarefa — Linha contínua preta indicando uma atividade contínua abrangendo aproximadamente quatro horas no primeiro turno do dia 5
2Segmento de duração da tarefa — Linha contínua preta representando um segmento de uma tarefa intermitente, ocorrendo na segunda metade do primeiro turno do dia 5
4Barra de duração da tarefa — Bloco curto preto contínuo indicando uma atividade breve com duração de uma hora no primeiro turno do dia 5
5Barra de duração da tarefa — Linha contínua preta mostrando uma tarefa contínua estendendo-se do final do primeiro turno até o segundo turno do dia 5
6Segmento de duração da tarefa — Linha contínua preta denotando um segmento de uma tarefa intermitente, ocorrendo no início do segundo turno do dia 5
7Segmento de duração da tarefa — Linha contínua preta indicando o segmento final de uma tarefa intermitente, ocorrendo mais tarde no segundo turno do dia 5
8Barra de duração da tarefa — Linha contínua preta representando uma atividade contínua abrangendo o final do segundo turno no dia 5 e o início do primeiro turno no dia 6
9Barra de duração da tarefa — Linha contínua preta mostrando uma tarefa contínua durante a maior parte do primeiro turno no dia 6
10Barra de duração da tarefa — Linha longa contínua preta indicando uma atividade contínua estendida, abrangendo desde o final do primeiro turno no dia 6 até o final do primeiro turno no dia 8
Fig. 1 — Exemplo de cronograma cíclico de construção (ciclograma) detalhando durações das tarefas em dias, turnos e horas
Fig. 9 — Exemplo de cronograma cíclico de construção (ciclograma) detalhando durações das tarefas em dias, turnos e horas
1Cabeçalho da Linha do Tempo para o Dia 8, indicando o dia específico na sequência da construção.
2Cabeçalho da Linha do Tempo para o Dia 9, indicando o dia específico na sequência da construção.
3Cabeçalho da Linha do Tempo para o Dia 10, indicando o dia específico na sequência da construção.
4Cabeçalho da Linha do Tempo para o Dia 11, indicando o dia específico na sequência da construção.
5Indicador de Turno para o Dia 8, detalhando os turnos de trabalho dentro do dia.
6Indicador de Turno para o Dia 9, detalhando os turnos de trabalho dentro do dia.
7Indicador de Turno para o Dia 10, detalhando os turnos de trabalho dentro do dia.
8Indicador de Turno para o Dia 11, detalhando os turnos de trabalho dentro do dia.
9Indicador de Hora para os Turnos do Dia 8, dividindo o turno em horas individuais.
10Indicador de Hora para os Turnos do Dia 9, dividindo o turno em horas individuais.
11Indicador de Hora para os Turnos do Dia 10, dividindo o turno em horas individuais.
12Indicador de Hora para os Turnos do Dia 11, dividindo o turno em horas individuais.
15Área Geral da Linha do Tempo, onde as durações das tarefas são representadas graficamente.
Fig. 1 — Gráfico de programação de tarefas de construção detalhando cronogramas operacionais em dias, turnos e horas
Fig. 10 — Gráfico de programação de tarefas de construção detalhando cronogramas operacionais em dias, turnos e horas
1Linha indicando a tarefa geral ou duração do projeto, estendendo-se por vários dias e turnos.
2Cabeçalho de coluna representando o Dia 12 da linha do tempo do projeto.
3Cabeçalho de coluna representando o Dia 13 da linha do tempo do projeto.
4Cabeçalho de coluna representando o Dia 14 da linha do tempo do projeto.
5Cabeçalho de coluna representando o Dia 15 da linha do tempo do projeto.
11Linha de rastreamento da Tarefa 11, mostrando períodos de atividade intermitente ao longo dos dias programados.
12Linha de rastreamento da Tarefa 12, indicando durações curtas e específicas de atividade no início de certos turnos.
13Linha de rastreamento da Tarefa 13, exibindo períodos estendidos e contínuos de operação ao longo dos turnos.
15Linha de rastreamento da Tarefa 15, mostrando um longo bloco contínuo de atividade estendendo-se por vários dias.
16Linha de rastreamento da Tarefa 16, detalhando uma atividade específica de curta duração ocorrendo no final da programação.
17Linha de rastreamento da Tarefa 17, ilustrando períodos intermitentes e recorrentes de trabalho em dias específicos.
18Linha de rastreamento da Tarefa 18, exibindo breves períodos de atividade correspondentes ao momento da Tarefa 17.
Fig. 1 — Gráfico de Gantt detalhando a programação das operações de construção ao longo de vários dias, turnos e intervalos de horas.
Fig. 11 — Gráfico de Gantt detalhando a programação das operações de construção ao longo de vários dias, turnos e intervalos de horas.
1Linha do tempo geral para o Dia 8, indicando a estrutura de agendamento para os turnos e horas daquele dia específico.
2Linha do tempo geral para o Dia 9, indicando a estrutura de agendamento para os turnos e horas daquele dia específico.
3Linha do tempo geral para o Dia 10, indicando a estrutura de agendamento para os turnos e horas daquele dia específico.
4Linha do tempo geral para o Dia 11, indicando a estrutura de agendamento para os turnos e horas daquele dia específico.
8Cabeçalho indicando o dia operacional específico dentro do cronograma do projeto, subdividido em turnos e horas.
9Cabeçalho indicando o dia operacional específico dentro do cronograma do projeto, subdividido em turnos e horas.
10Cabeçalho indicando o dia operacional específico dentro do cronograma do projeto, subdividido em turnos e horas.
11Cabeçalho indicando o dia operacional específico dentro do cronograma do projeto, subdividido em turnos e horas.
14Representação em gráfico de barras da duração da tarefa para a operação 14, abrangendo desde a hora 1 do turno 2 no dia 8 até a hora 8 do turno 1 no dia 9.
15Representação em gráfico de barras da duração da tarefa para a operação 15, agendada para um breve período durante a hora 8 do turno 1 no dia 9.
16Representação em gráfico de barras da duração da tarefa para a operação 16, agendada para um período muito breve no início do turno 2 no dia 9.
17Representação em gráfico de barras da duração da tarefa para a operação 17, ocorrendo em dois segmentos: da hora 1 do turno 1 no dia 9 à hora 2 do turno 2 no dia 9, e da hora 1 do turno 1 no dia 10 à hora 8 do turno 2 no dia 10.
18Representação em gráfico de barras da duração da tarefa para a operação 18, ocorrendo em dois segmentos: da hora 3 à hora 5 do turno 2 no dia 9, e da hora 1 à hora 3 do turno 1 no dia 11.
Fig. 1 — Montagem de fôrma para estrutura de concreto armado em forma de U com escoras diagonais ajustáveis.
Fig. 12 — Montagem de fôrma para estrutura de concreto armado em forma de U com escoras diagonais ajustáveis.
1Interseção do painel de fôrma do canto externo, mostrando o detalhe da junta de topo para conectar painéis modulares perpendiculares
2Painel de fôrma de madeira vertical, unidade modular utilizada para moldar as paredes verticais de concreto
3Conjunto de amarração/braçadeira da fôrma, utilizado para fixar as longarinas horizontais e manter o alinhamento do painel
4Painel de fôrma da base horizontal, utilizado para formar a laje ou sapata inferior saliente
5Estrutura de concreto armado a ser moldada, consistindo em paredes verticais e uma base/sapata horizontal
6Longarina de aço horizontal (perfil U duplo ou simples), fornecendo suporte lateral e rigidez aos painéis de fôrma verticais
7Escora de aço diagonal ajustável (aprumbador / escora push-pull), utilizada para prumar e escorar a face externa da fôrma vertical
8Escora de aço diagonal ajustável (aprumbador / escora push-pull), utilizada para prumar e escorar a fôrma para a seção inferior horizontal/degrau
9Placa base e ancoragem para a escora diagonal, fixando o suporte ao solo ou laje existente para transferir cargas horizontais
Dicas e Recomendações
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Durante o adensamento do concreto, o espaçamento de reposicionamento do vibrador não deve exceder 1,5 vezes o seu raio de ação, e a imersão obrigatória na camada anterior deve ser de 5 a 10 cm para evitar juntas frias.
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A desforma de estruturas autoportantes só é permitida após o concreto atingir uma resistência de 1,0 a 1,5 MPa. A desmontagem é feita na sequência estritamente inversa, sem o uso de cargas de impacto.
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No período de inverno, durante o aquecimento por eletrodos, a taxa de elevação da temperatura do concreto não deve exceder 8 °C por hora para evitar a formação de tensões térmicas críticas e microfissuras.
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Ao concretar paredes muito extensas (mais de 20 m), divida a estrutura em panos de dilatação/retração de 10 a 12 m, incluindo chaves de cisalhamento especiais nas juntas de concretagem.
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Ao purgar e limpar a tubulação da bomba de concreto com pressão positiva, afaste todo o pessoal a uma distância mínima de 10 metros. Abrir os engates da tubulação sob pressão é letalmente perigoso.
Construction Technology Card — Бетонные работы